29-11

Profissão: Professora, 1.º CEB
Habilitações: Licenciatura

- O que é para si ensinar?
Ensinar implica estar na posse de certas características que poderão predispor o outro (aluno) para o interesse, motivação e vontade de aprender:
- Estar bem consigo;
- Ser alegre, bem disposto e otimista;
- Estar seguro nos conteúdos que vai expor;
- Saber imprimir um clima de aula de interação professor/alunos e alunos/professor;
- Criar, sempre que possível, a vontade nos alunos de pesquisa, de procura de informação que enriqueça os conteúdos trabalhados.

- O que é um manual da(s) sua(s) disciplina(s) bem conseguido?
Um manual bem conseguido terá de ter, entre outras, as seguintes características:
- Apresentação de conteúdos clara e “cientificamente” correta;
- Texto adequado ao ano de escolaridade;
- Imagens, sempre que possível, reais;
- Papel agradável ao tato.

- O que é hoje um docente realizado?
Penso que a realização do docente passa, em primeiro lugar, pela realização dos seus alunos. A essa pergunta só os nossos alunos poderão responder, referindo-se-nos positiva ou negativamente.

- Quais os vetores da profissão mais gratificantes? E os menos gratificantes?
Considero o mais importante contribuir para a formação de cidadãos críticos e interventivos, futuros promotores de uma sociedade mais justa e equilibrada.
O menos gratificante é o de se passar muito tempo na estrada.

- Por que é Professor/a? Qual o porquê da sua opção profissional?
Foi a única alternativa que os meus pais me ofereceram, já que não implicava ir para outra cidade estudar.

 

- Teve modelos como aluno/a (um professor, familiar…)? E como professor/a? Como o(s) caracteriza?
Não.

- Como quereria que os seus alunos o/a vissem?
Que um dia se referissem a mim com palavras bonitas.

- Qual o livro que mais o/a marcou na vida? E na sua profissão?
Muitos me marcaram. Refiro o último que li: Ganhando o meu Pão, de Máximo Gorki.
Na minha profissão, um livro de cabeceira: Vida e Obra de João dos Santos.

- Qual o tipo de aluno mais interessante que encontrou? Poderia narrar algum episódio do seu relacionamento com um deles?
Refiro o Hugo, filho de pastor, portador de uma inteligência matemática fora do comum. Na altura encontrava-me a frequentar o 2.º ano de formação de Matemática para professores do 1.º CEB e o meu formador era da mesma opinião. Foi para mim motivo de orgulho ter-me passado um aluno assim pelas mãos.

- Como gostaria de ver a classe dos professores?
Gostaria que a sociedade voltasse a respeitá-los. Unidos estão, já o demonstraram por mais de uma vez.


Que mensagem deixaria aos professores?
- Longo é o caminho. Longo e cheio de escolhos. Porém, unidos, havemos de chegar a bom porto!

 



publicado por Correio da Educação às 11:12
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