26-11

Autor: Rui Afonso
Ano da Edição: 2009
Editora: Texto Editores

Quando a França foi invadida pela Alemanha nazi, em Maio de 1940, o cônsul português em Bordéus, Aristides de Sousa Mendes, viu-se perante um doloroso dilema. Deveria cumprir as ordens de Salazar, negando vistos para Portugal aos refugiados que os solicitavam? Ou deveria seguir os imperativos da sua consciência, desobedecendo ao ditador e passando vistos que significavam a diferença entre a vida e a morte para milhares de pessoas, sobretudo judeus? O cônsul seguiu a sua consciência. (...) Quantas vidas salvou Sousa Mendes? Nunca o saberemos com precisão: decerto milhares. (...) Como disse um historiador, as acções de Sousa Mendes representaram talvez “a maior acção de salvamento por um único indivíduo durante o Holocausto.” (da contracapa)



publicado por Correio da Educação às 13:27
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1 comentário:
De air max outlet a 25 de Outubro de 2016 às 04:24
Quando a França foi invadida pela Alemanha nazi, em Maio de 1940, o cônsul português em Bordéus


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