25-05

Continua a polémica do ensino do Português no Brasil, e da necessidade de ensinar a norma culta. A linguista e professora Thaís Nicoleti de Camargo assina um interessante artigo de opinião no jornal Folha de São Paulo.

 

Excerto:

«Usar essas construções em situação de informalidade não significa não saber usar a norma culta nas situações em que ela é necessária. Queiramos ou não, não há como banir a oralidade ou as transformações da língua em seu curso natural. Quem hoje conjugar o verbo "impedir" de forma regular ("eu impido") será tachado de "ignorante", mas essa já foi a forma "correta" desse verbo. Sim, a norma culta muda - e o carro-chefe da mudança é a língua oral. » Folha de São Paulo



publicado por Correio da Educação às 10:04
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