13-02

A proposta de alteração do modelo de gestão das escolas, entregue na sexta-feira pelo Ministério da Educação aos sindicatos, prevê a perde de poderes por parte dos diretores e a sua avaliação por parte de toda a comunidade escolar.
A proposta de alteração ao decreto-lei que define o Regime de Autonomia, Administração e Gestão Escolar foi um compromisso assumido pelo Governo durante as negociações sobre o novo modelo de avaliação e "procura ir ao encontro dos anseios de professores e escolas relativamente a estruturas de coordenação. (SIC)


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publicado por Correio da Educação às 10:35
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10 comentários:
De Sandra a 17 de Fevereiro de 2012 às 21:25
Arriscando, mais uma vez, políticas de alto risco para o classe docente. A perda de autoridade que tem vindo a crescer no tempo só agrava a difícil condição, a vários níveis, que se tem vivido e que se avizinham piores. Se um diretor de agrupamento com centenas de alunos perde "poderes", porque precisa um Sr. ministro de XX secretários assessores e afins?! Não vos entendo


De Anónimo a 21 de Fevereiro de 2012 às 09:09
Quem faz este comentário esteve 16 anos numa gestão democrática, ou seja , eleita pelos pela comunidade educativa, o sistema mais justo e eficaz para colocar fim à prepotência que domina as escolas e o clientelismo. Gerir uma escola, para quem sabe, não necessita de mais poderes, mas sim de respeito por todos.
Espero que o Sr. Ministro não volte atrás, sob pena de desmotivar os docentes e não só.


De Costa200 a 17 de Fevereiro de 2012 às 22:45
Se o diretor perde poderes quem os ganha? E que professores são estes que clamavam por uma diminuição dos poderes do diretor? Um pouco estranho não?


De Anónimo a 19 de Fevereiro de 2012 às 20:16
Concordo perfeitamente. Pois, há muitos diretores ditadores. Assim, pode ser que se acalmem.


De prof a 20 de Fevereiro de 2012 às 00:31
Já não era sem tempo. Andam muitos a infernizar a vida aos professores e sem ninguém que os controle ou julge.


De chupa a 20 de Fevereiro de 2012 às 10:10
Os diretores são professores. Com o poder atual têm comportamentos de ditadorzinhos. A escola só funcionará bem se todos os professores contribuírem para o bom funcionamento da escola, incluindo a gestão. O diretor deveria ser nomeado pelos seus pares e não por um conselho de escola que, em muitas escolas, é manipulado pelo próprio diretor. Que chegue depressa essa nova legislação!
Nota: os mandatos dos diretores devem ser restringidos a dois. Assim teríamos diretores que foram professores e professores que foram diretores. Estes ditadorzinhos atuais pensariam duas vezes antes de agirem; decidiriam de acordo com os interesses da escola e não conforme os interesses instalados de alguns grupos de professores.


De Alguém lesado pelo excesso dos poderes a 20 de Fevereiro de 2012 às 11:39
Subscrevo na íntegra o que foi mencionado. Na verdade, vemos chegar a diretores , pessoas sem formação a nível de gestão e sem capacidade de discernimento a nível profissional e pessoal. O diretor terá de ser alguém com um perfil, que deverá ser determinado superiormente e adequado ao contexto, para que no meio de tanta burocracia, mudança e necessidade de fazer emergir uma escola sustentável possa no meio da crise dar respostas que sirvam a Comunidade Educativa com eficácia.
Creio que é notória a aplicação do excesso de poderes que alguns diretores têm, os quais colocam em crise os direitos adquiridos pelos professores. Uma das medidas a ser aplicada é que os professores NUNCA poderão ser prejudicados na sua carreira pela má gestão dos diretores e subdiretores que de repente se encheram de poderes e os quais não sabem fazer cumprir com o mínimo de eficácia, chegando muitas vezes os professores a ficarem prejudicados pela essa má gestão.
Será este o estado de direito que se pretende?
Porque é que os professores têm de ficar prejudicados pela má gestão dos diretores ?
Porque é que não há uma entidade que fiscalize a atuação dos diretores mais a fundo?
Com tanta evolução tecnológica, porque é que as votações/escolhas não são feitas de forma a garantir que TODA a Comunidade Educativa o faça, sem receio de retaliações?
Porque não são criadas bases de dados onde todos possam participar? Claro que alguns, os velhos do Restelo, já estarão a dizer que ainda há muitos professores que se “assustam” com as tecnologias, mas não deverá ser este um dos indicadores do desenvolvimento profissional a ser avaliado no devido tempo?
Quanto ao Conselho Geral, tal como aparece em alguns sites, este, também, goza do chamado sistema de “Pescadinha de rabo na boca”, o qual nem será preciso entrar em mais detalhes, pois como diz o povo “Para bom entendedor meia palavra basta”. Logo há que criar instrumentos numa base de dados que não permitam a habitual alteração das “regras do jogo” com subterfúgios que anulam a justiça, a transparência e a equidade.
Autonomia sim, mas cuidado para que não se transforme num presente envenenado.
Para os que criam as leis, vão ao terreno e vejam a disparidade que existe, verifiquem como é que a mesma lei, norma, (…) têm aplicações tão díspares nos diferentes contextos e, a partir daí, irão ter com certeza uma noção dos direitos que os diretores devem ou não ter.


De Maria Dulce Lopes a 21 de Fevereiro de 2012 às 19:18
De fato com este medo dos sindicatos não chegamos a lado nenhum. É triste ver esta vassalagem. Têm medo do "diretor"? Mas quando é para responsabilizar aí já existe o diretor. Pensem é na estabilização das regras!


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