22-02

Algumas das alterações propostas pelo Ministério da Educação e Ciência aos concursos de professores estão a ser contestadas por docentes e sindicatos. Um dos aspetos mais polémicos é a possibilidade de os docentes de escolas privadas com contratos de associação poderem concorrer em pé de igualdade a lugares de quadro com professores contratados do público. Muitos docentes temem ser ultrapassados, uma vez que, para ser primeira prioridade no concurso, passa a ser preciso ter dado aulas "com horário anual e completo em quatro dos seis anos letivos" anteriores. (CM)


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publicado por Correio da Educação às 10:34
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