02-05

 

Segundo um artigo do Wall Street Journal, ao longo da história dos Estados Unidos quase todas as gerações tiveram substancialmente mais educação do que a geração dos seus pais. No entanto, isto hoje já não é tão verdade, e se a geração de 1955 estudou mais dois anos do que os seus pais, a geração atual só estuda mais oito meses do que os seus progenitores.
Acredita-se que esta tendência está a ter impacto no mercado de trabalho dos EUA e mesmo ao nível do desenvolvimento económico. (WSJ)


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publicado por Correio da Educação às 10:54
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