02-10


A capacidade de nos adaptarmos a uma realidade diferente, de construirmos a nossa história como seres únicos bem como de alargarmos as nossas raízes culturais está diretamente ligada à aprendizagem e à memória. Por exemplo, para aprender uma nova língua, um novo desporto ou uma nova forma de pensar os nossos neurónios estão a reorganizar-se. Estão a produzir mais, menos ou diferentes neurotransmissores e a alterar ligações a outros neurónios. Aprender implica a passagem de memórias de curto-prazo para longo-prazo, isto porque as memórias são instáveis! Cada vez que recordamos como se diz “olá” em mandarim forma-se uma memória diferente, há uma reconstrução. (Continua)


publicado por Correio da Educação às 14:12
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