26-09

Numa entrevista recente, David Albury, diretor de desenvolvimento do GELP - Global Education Leaders Program -, defende que não há uma resposta única para o modelo de escola e aponta três tendências importantes para a Educação do século XXI: personalização, aprendizagem com base em projetos e avaliação por performance.

Albury chama ainda a atenção para que os processos educativos mais ricos têm ocorrido fora da escola e conta que esteve numa reunião com alunos canadianos de 13 anos, onde um afirmou: «Quando venho para a escola, sinto que perco poder. Fora da escola, tenho acesso a várias fontes de informação. Na escola, tenho um professor, um livro, talvez um computador”. E outro colega acrescentou: «A escola é o lugar que atrasa o século XXI.» (Estado de São Paulo)



publicado por Correio da Educação às 14:42
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21-09

O linguista e intelectual Noam Chomsky aborda numa conferência a privatização da educação e a possibilidade de educar para a mudança social.

 



publicado por Correio da Educação às 14:45
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20-09

O jornal Diário de Notícias está a publicar uma série de artigos e a dinamizar várias iniciativas em torno da educação.

Num desses artigos, Roberto Carneiro, professor da Universidade Católica e antigo ministro da Educação, admite que "não se tem reconhecido devidamente a figura do professor, ao invés do que sucede em sociedades como o Japão e defende que "é importante distinguir-se os professores, não pela competição mas como forma de distinguir os melhores, pela sua competência". O antigo presidente do júri do Prémio Anual do Professor, que terminou há dois anos, sublinha a importância dos docentes e assegura que falamos de "alguém que marca a personalidade de qualquer um". (DN)



publicado por Correio da Educação às 15:01
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Um estudo da organização brasileira Todos Pela Educação indica que as reprovações afetam todo o percurso escolar dos alunos reprovados. Os estudantes foram separados em dois grupos. Um era composto por alunos com a idade regular, o outro era composto por alunos adiantados ou atrasados em relação à idade normal. Ao comparar as notas dos dois grupos, os investigadores descobriram que quem repetira o ano não conseguia alcançar as notas dos colegas. (Época)



publicado por Correio da Educação às 12:20
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19-09

«O bom ensino, especialmente aquele que envolve tecnologias em desenvolvimento, muitas vezes requer bons conselhos. Que surgem de seguida, com as três dicas propostas.

1. Faça uma planificação atempada

É preciso delinear uma estratégia consistente para implementar as novas tecnologias numa escola. E é fundamental que os professores estejam integrados nesse planeamento.

As escolas têm que, acima de tudo, de ponderar como será usada a tecnologia, que tecnologia será usada, e como irá contribuir para uma melhor gestão do tempo.

2. Tente algo novo

Substituir um material utilizado pela tecnologia não chega. Inove, faça com que os novos meios acrescentem algo aos alunos, mas, claro, sem esquecer os seus objetivos iniciais.

3.Torne-se um designer do ensino

Com o avanço da tecnologia, também os professores têm de evoluir.
Bob Wise defende que "nos últimos 100 anos, os professores têm sido essencialmente os 'sábios em palco' – os únicos pontos de acesso ao conhecimento. Mas agora são mais parecidos com designers, já que podem escolher e desenvolver os tipos de conteúdos a que os seus alunos têm acesso e que tecnologias devem usar”.

Além disso, Wise advoga que os professores agora têm formas mais rápidas de avaliar os resultados dos seus alunos: “os professores agora têm ferramentas que lhes permitem perceber que este aluno precisa desta ajuda particular e aquele outro aluno precisa de um tipo de apoio diferente.”»

 

(Tradução adaptada do artigo de Laura McMullen, 3 Tips on Integrating Technology in the Classroom. Publicado originalmente em http://manualescolar2.0.sebenta.pt



publicado por Correio da Educação às 15:05
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18-09

«(...)O nosso país tem seguindo, desde o fim dos anos sessenta do século passado, uma prática política de eliminação progressiva de vias profissionais autónomas antes do 9.º ano, tendo seguido um percurso errático e pouco amadurecido sobre o que fazer no 3.º ciclo, diante do facto indesmentível (mas que a cegueira ideológica de muitos não quer ver) de que oferecer o mesmo “menu” educativo a todos, entre os 13 e os 15 anos, não pode corresponder a oferecer o melhor a cada um. Criaram-se Vias Opcionais do Ensino Vocacional, no 9.º ano, a Educação Tecnológica, os Currículos Alternativos, os Cursos de Educação e Formação, entre outras medidas. Agora surge também e de novo o “ensino vocacional” no 3.º ciclo, apresentado como a penalização para os alunos com mais reprovações na sua trajetória escolar anterior.

As práticas de colocar a 5 de Outubro e o Diário da República a resolver os problemas de aprendizagem dos alunos das nossas escolas são, também elas, históricas e remontam às piores tradições jacobinas, burocráticas e centralizadoras da nossa administração pública. Além da dissipação estúpida de energias e de inestimáveis recursos comuns, esta prática ainda mais neutraliza e gera inação entre os professores a nas direções das escolas; eles e elas é que têm de reunir, debater, decidir, implementar e avaliar; eles e elas é que sabem, eles é que são os profissionais competentes para o fazer. Os professores, reunidos nos competentes órgãos de gestão pedagógica das escolas, em cooperação com os atores sociais mais adequados, a começar pelas famílias, deverão ter a liberdade de decidir o que fazer em cada caso.

Esta mania é desastrosa, além de estúpida; que sabe a 5 de Outubro sobre se a melhor proposta educativa, em cada caso, é um “ensino vocacional” para um trirepetente ou um currículo alternativo, se é um curso de padeiro ou de canalizador no 8.º ano ou no 9.º ano, se é um tempo de apoio especializado num “ninho”, como se faz no programa Fénix, ou a deslocação temporária para uma “turma mais”, de reforço educativo especializado, ou um apoio específico da EPIS e de mediadores familiares, tudo devidamente construído e sancionado pelo Conselho Pedagógico? Sim, sobre isto, que sabe a 5 de Outubro?

Perdemos, umas atrás das outras, as oportunidades para reforçar a autonomia das nossas escolas e para exigir a dedicação e o brio profissional aos nossos professores. Eles é que têm de saber, diante de normas nacionais gerais de gestão curricular, o que fazer em cada caso e em cada escola e concelho, em cooperação estreita com as famílias e em articulação com outros atores locais, como ocorre em qualquer tribunal, hospital e empresa (onde o ministro respectivo não decreta o modo de julgar ou curar ou competir em cada caso…). Desautorizamos, ano após ano, tomando este tipo de medidas, os órgãos de gestão pedagógica das escolas, eles que deviam responder publicamente pelos gigantescos recursos financeiros e técnicos que são, por nós contribuintes, colocados nas suas mãos. (...)» (http://terrear.blogspot.pt/)



publicado por Correio da Educação às 14:35
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27-06

Os alunos que frequentam as escolas cristãs de ensino privado no sul do estado da Louisiana estão a aprender em livros supostamente didáticos que o animal mais famoso da Escócia é uma criatura viva.
Milhares de crianças estão a receber vales financiados pelo Estado norte-americano para poderem frequentar escolas que seguem um currículo de inspiração cristã, que procuram refutar a teoria da evolução e provar a teoria criacionista cristã. (DN)



publicado por Correio da Educação às 14:32
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26-06

 

O Ministério da Educação brasileiro disponibilizou uma coleção de 62 livros sobre Educadores. São obras de grande utilidade para quem trabalha com educação e abrangem títulos sobre Gilberto Freyre, Carl Rogers, Cecília Meireles, Jean Piaget, Célestin Freinet, Sigmund Freud, entre outros. (Domínio Público)



publicado por Correio da Educação às 14:50
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22-06

«Pelo menos três discursos piedosos dominaram a escola, nas últimas décadas, construindo em torno dela três romances muito preocupados com a verosimilhança: o romance pedagógico (em que o adjetivo ‘pedagógico’ quase passou a corresponder ao substantivo ‘ensino’, e em que uma corporação passou a deter a ciência do ensino), o romance tecnológico (que tem como personagens principais a informática, o audiovisual e todas as mutações que vão no sentido de uma civilização da imagem a que a instituição escolar tem de se adaptar) e o romance sociológico (a escola aberta às massas que tem de abandonar a referência aos saberes e às exigências das elites). Agora, está em curso uma nova construção romanesca com um argumento clássico, onde podemos descortinar uma velha oposição entre instrução e educação. A escola que tem como fim instruir é dotada de uma tarefa perfeitamente definível e racional, exigindo apenas um acordo sobre os critérios e os conteúdos.


A escola que visa a educação tem no fundo uma tarefa infinita e indeterminada porque a educação é uma noção ideal: é o processo pelo qual o sujeito se realiza inteiramente, atingindo a perfeição em todos os domínios importantes. Do ponto de vista do ideal da educação, nenhuma exclusão é legítima e nenhuma insuficiência deve ser tolerada. Um verdadeiro educador deve visar a formação de um homem total e a sua tarefa é mais uma missão. Ora, entre o pragmatismo da instrução e a utopia da educação não se tem conseguido encontrar um lugar habitável e eficaz precisamente por causa das construções romanescas edificantes em torno da escola, a mais poderosa das quais é de cariz nostálgico: “A escola no meu tempo é que era boa”. Tão boa como a comida da mãe, as brincadeiras de infância e tudo o resto que entra num belo romance das origens, de uso e abuso universal.» (Expresso)



publicado por Correio da Educação às 14:41
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20-06

O ministro da Educação quer dar mais liberdade de escolha aos pais, na hora de optar pela escola onde os filhos vão estudar, disse Nuno Crato, em Castelo Branco.
O objetivo foi afirmado pelo ministro da Educação durante uma visita do à Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental na cidade, onde inaugurou o centro de reabilitação.
«Não faz sentido nenhum que sejamos nós a propor um determinado tipo de integração ou de política das escolas», afirmou Nuno Crato aos jornalistas. (iOnline)




publicado por Correio da Educação às 10:07
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