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  <title>Correio da Educação</title>
  <subtitle>Correio da Educação</subtitle>
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    <name>Correio da Educação</name>
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  <updated>2012-02-03T10:19:37Z</updated>
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    <issued>2012-02-03T10:19:37</issued>
    <title>Tablets substituem livros nas escolas brasileiras</title>
    <published>2012-02-02T10:29:43Z</published>
    <updated>2012-02-02T10:29:43Z</updated>
    <category term="educação em debate"/>
    <content type="html">&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="float: right;"&gt;&lt;img style="border: 0pt none;" src="http://i0.ig.com/infograficos/2012/educacao/material-escolar-novidades/material-escolar1.jpg" alt="" width="81" height="225" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p id="SAPORTECursorMarker9925"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p id="SAPORTECursorMarker2845"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No Centro Educacional Sigma, em Brasília, a lista de material escolar do 1.º ano do ensino médio ficou mais curta. Em vez de vários livros, os pais tiveram que comprar apenas um item – um tablet. Esta novidade tem o potencial de revolucionar a interatividade na sala de aula e começa a popularizar-se naquele país, embora ainda esbarra em algumas dificuldades, como a falta de preparação dos professores e o potencial de dispersão da internet.&lt;br /&gt;O ministro da Educação, Fernando Haddad, designou um grupo de técnicos do ministério para avaliar como é que estas novas tecnologias podem ser ser usadas na sala de aula e contribuir para a aprendizagem dos alunos. (&lt;a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/tablets-substituem-livros-em-escolas-brasileiras/n1597608252795.html" target="_blank"&gt;Último Segundo&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-02-02T15:29:46</issued>
    <title>Abertas candidaturas para cursos à distância do Centro Virtual Camões</title>
    <published>2012-02-02T10:35:03Z</published>
    <updated>2012-02-02T10:35:29Z</updated>
    <category term="agenda"/>
    <content type="html">&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="float: right;"&gt;&lt;img style="border: 1px solid;" src="http://www.instituto-camoes.pt/cache/multithumb_thumbs/c_250_0_16777215_0___images_photos_noticias_logocvc03.jpg" alt="" width="125" height="63" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p id="SAPORTECursorMarker5806"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até 14 de fevereiro estão abertas as candidaturas para os cursos do 2.º semestre do ano letivo 2011/2012 ministrados na plataforma de ensino a distância do Centro Virtual Camões.&lt;br /&gt;A oferta compreende cursos de formação contínua de professores, como como Materiais Interativos para Português Língua Segunda na web 2.0, Laboratório de Escrita Criativa - Nível Introdutório e Meio Século de Literatura Portuguesa (1880-1930).&lt;br /&gt;Os cursos, que proporcionarão créditos aos formandos para progressão na carreira, estão creditados junto do Conselho Científico-Pedagógico da Formação do Ministério da Educação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais informações em &lt;a href="http://cvc.instituto-camoes.pt/ensino-a-distancia/novos-cursos.html" target="_blank"&gt;http://cvc.instituto-camoes.pt/ensino-a-d&lt;wbr /&gt;istancia/novos-cursos.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-02-02T10:12:32</issued>
    <title>Discussão pública da revisão curricular termina com quase 900 contributos</title>
    <published>2012-02-02T10:19:33Z</published>
    <updated>2012-02-02T10:19:33Z</updated>
    <category term="imprensa"/>
    <content type="html">&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="float: right;"&gt;&lt;img style="border: 0pt none;" src="http://imagens.publico.pt/imagens.aspx/370106?tp=UH&amp;amp;db=IMAGENS&amp;amp;w=350&amp;amp;t=1328177602,31797" alt="" width="160" height="106" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;A discussão pública da proposta de revisão curricular do Ensino Básico e Secundário, apresentada em Dezembro pelo ministro da Educação, terminou com quase 900 contributos enviados ao ministério.&lt;br /&gt;De acordo com Nuno Crato, a proposta de reforçar as disciplinas fundamentais tem sido, no geral, “muito bem acolhida” e o principal foco de críticas tem incidido sobre a eliminação de Formação Cívica e a previsível dispensa de professores. (&lt;a href="http://www.publico.pt/Educa%C3%A7%C3%A3o/discussao-publica-da-revisao-curricular-termina-com-quase-900-contributos-1531593" target="_blank"&gt;Público&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-02-01T15:28:31</issued>
    <title>Workshop em Ciências da Terra e da Atmosfera</title>
    <published>2012-02-01T11:35:09Z</published>
    <updated>2012-02-01T11:35:09Z</updated>
    <category term="agenda"/>
    <category term="ciências exactas e experimentais"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;A Universidade de Évora organiza um workshop em Ciências da Terra e da Atmosfera, que terá lugara 10 de Fevereiro de 2012, no Colégio Luis Verney, em Évora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O curso conta com a participação de Mourad Bezzeghoud, Pedro Terrinha  Daniele Bortoli, Rui Dias e Bento Caldeira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mais informações: &lt;a href="http://cge-1.uevora.pt/wcta/" target="_blank"&gt;http://cge-1.uevora.pt/wcta/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-02-01T10:01:52</issued>
    <title>Lei orgânica do Camões - Instituto da Cooperação e da Língua publicada em Diário da República</title>
    <published>2012-02-01T11:28:29Z</published>
    <updated>2012-02-01T11:28:29Z</updated>
    <category term="imprensa"/>
    <content type="html">&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="float: right;"&gt;&lt;img style="border: 0pt none;" src="http://imagens.publico.pt/imagens.aspx/369938?tp=UH&amp;amp;db=IMAGENS&amp;amp;w=350&amp;amp;t=1328093485,5976" alt="" width="87" height="131" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p id="SAPORTECursorMarker5374"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A lei orgânica do Camões - Instituto da Cooperação e da Língua, que irá juntar na mesma tutela as políticas da língua e cooperação, foi publicada em &lt;em&gt;Diário da República&lt;/em&gt;, entrando de imediato em vigor. O novo organismo, resultante da fusão dos institutos Camões e Português de Apoio ao Desenvolviment é responsável “pela supervisão, direção e coordenação da cooperação para o desenvolvimento, cabendo-lhe a condução dessa política pública, e pela política de promoção externa da língua e cultura portuguesas”. (Público)&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-01-31T14:57:29</issued>
    <title>Biblioteca Nacional de Portugal lança edições em ebook</title>
    <published>2012-01-31T13:00:39Z</published>
    <updated>2012-01-31T13:00:39Z</updated>
    <category term="correio disciplinar"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;A Biblioteca Nacional de Portugal  acaba de disponibilizar as suas edições em formato ebook, através de uma plataforma online que permite a compra ou  o aluguer dos livros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os ebooks podem ser lidos numa grande variedade de equipamentos, tanto em leitores de ebooks como em smartphones, tablets e computadores. (&lt;a href="http://livrariaonline-ebooks.bnportugal.pt/" target="_blank"&gt;Site&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-01-31T10:56:00</issued>
    <title>Estado da Educação 2011 - A Qualificação dos Portugueses</title>
    <published>2012-01-31T12:57:26Z</published>
    <updated>2012-01-31T12:57:26Z</updated>
    <category term="educação em debate"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;O Conselho Nacional de Educação publicou, pelo segundo ano consecutivo, o Relatório "Estado da Educação 2011 - A Qualificação dos Portugueses".&lt;br /&gt;Trata-se de um retrato da Educação em Portugal, do pré-escolar ao ensino superior, com especial incidência na problemática da qualificação.&lt;br /&gt;O EE 2011 mostra a evolução da qualificação dos portugueses, sobretudo no decurso da última década, identifica avanços, problemas e desafios e apresenta recomendações dirigidas às autoridades educativas. (&lt;a href="http://www.cnedu.pt/images/stories/2011/PDF/Estado_da_Educacao_2011_web.pdf" target="_blank"&gt;PDF&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-01-30T14:00:08</issued>
    <title>Valorizar o Ensino Profissional: mito (im)possível!</title>
    <published>2012-01-30T14:06:55Z</published>
    <updated>2012-01-30T14:06:55Z</updated>
    <category term="círculo aberto"/>
    <category term="josé matias alves"/>
    <content type="html">&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="float: right;"&gt;&lt;img style="border: 0px currentColor;" src="http://c2.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/oe207aea5/9276603_07ZtL.jpeg" alt="" width="150" height="180" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p style="text-align: right;"&gt;* José Matias Alves&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Há mais de 20 anos que se vem reiterando a vontade política do ensino profissional mobilizar 50% dos alunos que frequentam o ensino secundário. No contexto de uma escolarização obrigatória durante 12 anos, torna-se mais premente revisitar este tópico e perceber por que motivo tem sido impossível atingir esta meta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;A razão maior é simples: não se tem atingido esta meta porque o ensino profissional não tem valor social, empresarial, familiar para atrair as pessoas. E por que é que não há este valor e esta força de atração?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por duas razões maiores: i) porque os nossos empregadores não oferecem, em regra,  aos diplomados por este ensino uma carreira profissional cativadora (em termos de prestígio,&lt;em&gt; status&lt;/em&gt;, remuneração e carreira, provavelmente por &lt;em&gt;não&lt;/em&gt; &lt;em&gt;verem&lt;/em&gt; as mais valias desse conhecimento para o aumento da produtividade organizacional; ii) porque o sistema de ensino trata esta &lt;em&gt;via de ensino&lt;/em&gt; como a via para &lt;em&gt;os deserdados do sistema&lt;/em&gt; &lt;em&gt;regular&lt;/em&gt; não lhe conferindo a qualidade e o prestígio escolar que lhe seria devido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;a name="cutid1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="ljcut" text="Leitura integral"&gt;Daqui decorre que as famílias só escolhem esta via como segunda oportunidade e quando não veem alternativa de vida escolar nesta faixa etária.&lt;br /&gt;Para inverter esta situação é necessária uma política de natureza sistémica que equacione, na teoria e na prática, as seguintes linhas de ação:
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;i) Agir junto do tecido empresarial que pode recrutar diplomados pelo ensino profissional no sentido de demonstrar que o conhecimento técnico e tecnológico pode ser uma base imprescindível para aumentar a produtividade, a competitividade, a internacionalização da atividade. O conhecimento é o ativo mais importante das empresas, a tábua de salvação, nomeadamente em momentos de crise. Sem esta mudança estrutural de visão, a mudança tende a não ser possível.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;ii) Abrir a escola aos potenciais empregadores. Esta abertura deve assumir um duplo sentido: abrir para eles conhecerem as qualidades do trabalho formativo que se vai realizando e compreenderem as vantagens do uso laboral dessa &lt;em&gt;mão de obra&lt;/em&gt;; abrir para eles poderem participar na tomada de decisões em relação à oferta educativa e ao desenvolvimento do currículo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;iii) Configurar a oferta formativa mais segundo a lógica das necessidades de qualificação nos diferentes mercados que podem acolher os diplomados do que segundo a lógica dos recursos existentes (professores, espaços e equipamentos). Nesta configuração, os potenciais empregadores devem ser ativamente auscultados e possuírem o poder de influência nas ofertas de qualificação. A territorialização da oferta através, nomeadamente, dos conselhos municipais de educação, é outro vetor central.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;iv) Assegurar um ensino exigente e de elevada qualidade, conjugando as três dimensões essenciais do conhecimento que tem a pretensão de intervir na melhoria &lt;em&gt;dos modos de produção&lt;/em&gt;: uma formação geral sustentada, uma formação científica ao serviço da compreensão das técnicas e das tecnologias que estruturam a ação profissional. Este desiderato da coabitação destes saberes é central para a dignificação escolar do ensino profissional e para tornar sustentável a sua capacidade para intervir na requalificação dos modos de trabalhar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;v) Integrar, nas práticas formativas, uma aprendizagem que pratique a alternância formação-trabalho-formação, de modos múltiplos e flexíveis, de forma a enriquecer e fecundar ambos os ambientes e potenciar a construção de um clima de confiabilidade social da formação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;vi) Desenvolver os dispositivos de orientação vocacional e profissional desde o 7.º ano de escolaridade, sobretudo através da descoberta e da compreensão &lt;em&gt;do mundo do trabalho e do mundo da vida&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;vii) Disseminar exemplos de &lt;em&gt;boas práticas&lt;/em&gt; de aproximação e de interseção entre os mundos da formação e do trabalho, criar incentivos de inserção profissional de diplomados (no quadro desta estratégia de ação global), difundir, de forma massiva, simples e acessível não apenas as redes de oferta, mas as oportunidades prováveis de exercício profissional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;viii) &lt;em&gt;Last not least&lt;/em&gt;, integrar nos currículos académicos – nos cursos científico-humanísticos – a dimensão técnica do conhecimento (no sentido do &lt;em&gt;saber fazer criativo&lt;/em&gt;), que foi tragicamente arredada na última “grande reforma curricular” e que se constituiu como um grave retrocesso conceptual na ordenação de um ensino secundário cujos percursos deveriam ser globalmente equivalentes em termos escolares.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estas são algumas muito exigentes linhas (não exaustivas) para uma ação de valorização do ensino profissional. Bem se poderá decretar a valorização do ensino e da formação profissional (ao fim e ao cabo foi o que sempre se fez). As lições da história dizem que é inútil. Porque ele só terá valor se for reconhecido pela organização do trabalho. E se não for visto pela organização escolar como o &lt;em&gt;caixote do lixo&lt;/em&gt; para os alunos que não têm a capacidade de resistir à mortandade de um sistema ainda organizado para selecionar um &lt;em&gt;certo tipo de elites &lt;/em&gt;sociais.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;* &lt;span style="color: #000000; text-transform: none; line-height: 18px; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; word-spacing: 0px; float: none; display: inline !important; white-space: normal; orphans: 2; widows: 2; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; background-color: #ffffff; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px;"&gt;José Matias Alves é investigador, doutor em Educação e professor convidado da Universidade Católica Portuguesa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-01-30T11:09:41</issued>
    <title>Revista "Leya na Escola" online</title>
    <published>2012-01-30T14:17:08Z</published>
    <updated>2012-01-30T14:17:08Z</updated>
    <category term="correio disciplinar"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;em&gt;LeYa na Escola&lt;/em&gt; é uma publicação direcionada aos educadores de todo o país. O objetivo deste projeto é disponibilizar conteúdos de qualidade que enriqueçam o dia a dia nas escolas. Pensada para o Brasil, a revista dispõe de artigos também de interesse para os professores portugueses e pode ser consultada &lt;a href="http://issuu.com/helena_leitao/docs/leya_na_escola_ed001" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-01-27T14:48:22</issued>
    <title>Alunos que chumbam têm autoestima mais alta do que os que passam com más notas</title>
    <published>2012-01-27T07:50:50Z</published>
    <updated>2012-01-27T07:51:19Z</updated>
    <category term="imprensa"/>
    <content type="html">&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="float: right;"&gt;&lt;img style="border: 0pt none;" src="http://imagens.publico.pt/imagens.aspx/369411?tp=UH&amp;amp;db=IMAGENS&amp;amp;w=350&amp;amp;t=1327649658,10938" alt="" width="160" height="106" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Os estudantes que nunca chumbaram, mas durante o ano letivo tiram más notas, têm habitualmente uma autoestima mais baixa do que os alunos que já reprovaram, revela um estudo realizado pelo Instituto Superior de Psicologia Aplicada.&lt;br /&gt;Segundo o coordenador do estudo, Francisco Peixoto, perante o insucesso escolar, os estudantes têm tendência a investir noutras áreas do autoconceito para conseguir manter uma imagem positiva de si próprios. “Quando o autoconceito académico é mais baixo, acabam por compensar isso com outras áreas como a das relações sociais, do desporto ou das relações interpessoais com o sexo oposto”, explicou o investigador. (&lt;a href="http://www.publico.pt/Educa%C3%A7%C3%A3o/alunos-que-chumbam-tem-autoestima-mais-alta-do-que-os-que-passam-com-mas-notas-1530645" target="_blank"&gt;Público&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:correiodaeducacao:230528</id>
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    <issued>2012-01-27T10:16:17</issued>
    <title>Governo e sindicatos iniciam negociações para autonomia das escolas</title>
    <published>2012-01-27T07:47:51Z</published>
    <updated>2012-01-27T07:48:02Z</updated>
    <category term="imprensa"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;O Governo iniciou reuniões com os sindicatos de professores para alterar o modelo de gestão das escolas, no sentido de conferir mais liberdade aos estabelecimentos de ensino na escolha dos seus projetos pedagógicos.&lt;br /&gt;O primeiro passo deverá passar pela desburocratização para que as escolas possam concentrar-se na sua função pedagógica. (&lt;a href="http://www.publico.pt/Educa%C3%A7%C3%A3o/governo-e-sindicatos-iniciam-negociacoes-para-autonomia-das-escolas-1530692" target="_blank"&gt;Público&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-01-26T10:04:46</issued>
    <title>Fim de Formação Cívica põe em causa compromissos internacionais, afirma Provedor de Justiça</title>
    <published>2012-01-25T10:22:13Z</published>
    <updated>2012-01-25T10:22:13Z</updated>
    <category term="imprensa"/>
    <content type="html">&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="float: right;"&gt;&lt;img style="border: 0pt none;" src="http://imagens.publico.pt/imagens.aspx/369295?tp=UH&amp;amp;db=IMAGENS&amp;amp;w=350&amp;amp;t=1327482913,20313" alt="" width="175" height="116" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;O Provedor de Justiça, Alfredo de Sousa, manifestou-se preocupado com a proposta de revisão da estrutura curricular do ensino básico e secundário, por esta contemplar a eliminação da disciplina de Formação Cívica.&lt;br /&gt;Numa carta enviada ao ministro da Educação e Ciência, o Provedor de Justiça frisa que o cumprimento do estipulado na Declaração das Nações Unidas e na Carta do Conselho da Europa “não se compadece” com a prevista eliminação daquela disciplina. (&lt;a href="http://www.publico.pt/Educa%C3%A7%C3%A3o/provedor-de-justica-considera-que-eliminacao-de-formacao-civica-compromete-compromissos-internacionais-1530523" target="_blank"&gt;Público&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-01-25T15:02:39</issued>
    <title>Nuno Crato destaca "trabalho extraordinário" de professores portugueses em Timor-Leste</title>
    <published>2012-01-25T10:04:43Z</published>
    <updated>2012-01-25T10:04:43Z</updated>
    <category term="imprensa"/>
    <content type="html">&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="float: right;"&gt;&lt;img style="border: 0pt none;" src="http://sicnoticias.sapo.pt/incoming/2012/01/25/crato-timor.jpg/ALTERNATES/w620/Crato+Timor.jpg" alt="" width="160" height="89" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p id="SAPORTECursorMarker7786"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O ministro da Educação de Portugal, Nuno Crato, durante uma visita à Escola Portuguesa de Díli, em Timor-Leste, destacou o "trabalho extraordinário" que os professores portugueses fazem naquele país.  &lt;br /&gt;"Os professores são fundamentais para o ensino. Os professores portugueses  estão aqui a fazer um trabalho extraordinário e temos muito orgulho nos  professores portugueses que aqui estão", disse Nuno Crato. (&lt;a href="http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2012/01/25/nuno-crato-destaca-trabalho-extraordinario-de-professores-portugueses-em-timor-leste" target="_blank"&gt;SIC&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-01-25T10:05:51</issued>
    <title>Escolaridade obrigatória até aos 18 anos criará "ambientes explosivos"</title>
    <published>2012-01-25T10:02:23Z</published>
    <updated>2012-01-25T10:02:23Z</updated>
    <category term="imprensa"/>
    <content type="html">&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="float: right;"&gt;&lt;img style="border: 0pt none;" src="http://imagens.publico.pt/imagens.aspx/369241?tp=UH&amp;amp;db=IMAGENS&amp;amp;w=350&amp;amp;t=1327482913,20313" alt="" width="175" height="116" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;O alargamento da escolaridade obrigatória até aos 18 anos vai ter, já a partir do próximo ano letivo, um "impacto brutal" nas escolas, e, em conjunto com o prosseguimento da fusão de agrupamentos, de que resultarão também espaços com muito mais alunos, poderá criar ambientes "explosivos e até mesmo descontrolados". O alerta parte de José Matias Alves, coordenador do Serviço de Apoio à Melhoria das Escolas da Universidade Católica, que adianta que cerca de 20% dos alunos que optam por não prosseguir estudos no secundário serão agora obrigados a fazê-lo e lembra que, na maior parte dos países da União Europeia, a escolaridade obrigatória não é tão longa como será em Portugal. (&lt;a href="http://www.publico.pt/Educa%C3%A7%C3%A3o/escolaridade-ate-aos-18-criara-ambientes-explosivos-1530465" target="_blank"&gt;Público&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-01-23T15:45:43</issued>
    <title>Mundos por dentro ou … Histórias de pessoas que têm outros dentro…</title>
    <published>2012-01-23T10:59:20Z</published>
    <updated>2012-01-23T10:59:20Z</updated>
    <category term="artigos de opinião"/>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: right;"&gt;* Conceição Courela&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Muito se tem falado em trabalho colaborativo, cooperativo, de grupo… não só entre alunos, mas também entre professores e outros profissionais. Será um politicamente correto que podemos (e devemos) evitar? Uma moda? Ou um caminho que pode valer a pena encetar e percorrer?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Enquanto profissionais lidamos com conhecimentos que outros (e nós próprios) temos de aprender. Se já não acreditamos que as aprendizagens se dão por transmissão (ou magia?), mas que é necessária uma predisposição para aprender (Knowles, 1986), cabe-nos criar ambientes favoráveis a essa aprendizagem. Ambientes permeados de afetos (Strecht, 2008), em que os alunos e o professor se assumem como seres sociais, dialogantes e que, nesse diálogo, constroem o conhecimento (por exemplo, quando se dispõem a seguir raciocínios, que lhes permitem ligar o que é novo ao que já sabiam). Este conhecimento, inicialmente partilhado, torna-se de cada um, quando cada um o integra na sua estrutura cognitiva, ou seja, quando dele se apropria. Por isso mesmo, o conhecimento não se pode adquirir… é algo que se torna meu, mas que começa por ser nosso… algo de que nos apropriamos (César, 2009).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;a name="cutid1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="ljcut" text="Leitura integral"&gt;Para lidarmos com a multiplicidade complexa da profissão é o conhecimento (que por ter sido partilhado, refletido e validado se pode opor às crenças – entidades assertivas que povoam os atuais discursos sobre a educação…) que nos permite avançar. Como o podemos construir, se tal bem não se presta a uma simples aquisição? Ou, dito de outra forma, por que motivo o havemos de construir de forma diferente dos alunos? Talvez tenhamos de passar pelas mesmas etapas, do diálogo, do ponto de vista do outro, da descentração. Construir algo sozinho? Uma arrogante utopia… Pois em cada construção que ambicionemos solitária, usaremos os recursos cognitivos de uma vida: as observações, as leituras, as discussões, os filmes, as canções… (Marková, 2005). A escola é a afirmação de que há um legado de conhecimentos que acreditamos ser importante assegurar a todos para que se realizem as aprendizagens de cada nova geração. Será então mais produtivo assumirmos a colaboração na construção do conhecimento profissional, sem medos de nos expormos pois, como canta Abrunhosa, “Tu és um mundo com mundos por dentro” e talvez valha a pena acreditar que seremos melhores professores se não recearmos partilhar os mundos que criámos… encontrar novos rumos nesses mundos que temos por dentro…&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;César, M. (2009). Listening to different voices: Colaborative work in multicultural maths classes. In M. César &amp;amp; K. Kumpulainen (Eds.), &lt;em&gt;Social interactions in multicultural settings&lt;/em&gt; (pp. 203-233). Rotterdam: Sense Publishers.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Knowles, M. (1986). T&lt;em&gt;he adult learner: A neglected species&lt;/em&gt; (3.ª ed.). Houston: Gulf Publishing Company.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Marková, I. (2005). &lt;em&gt;Dialogicality and social representations: The dynamics of mind.&lt;/em&gt; Cambridge: Cambridge University Press.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Strecht, P. (2008). &lt;em&gt;A minha escola não é esta: Dificuldades de aprendizagem e comportamento em crianças e adolescentes.&lt;/em&gt; Lisboa: Assírio &amp;amp; Alvim.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;* Docente do Ensino Secundário, colaboradora da Universidade Aberta, doutorada em Educação/Pedagogia&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-01-23T10:18:05</issued>
    <title>Alunos culpam professores pelas notas baixas</title>
    <published>2012-01-23T11:21:20Z</published>
    <updated>2012-01-23T11:21:20Z</updated>
    <category term="educação em debate"/>
    <content type="html">&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="float: right;"&gt;&lt;img style="border: 0pt none;" src="http://www.tilakmahauniversity.com/wp-content/uploads/2011/05/oxford-university1.jpg" alt="" width="192" height="128" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p id="SAPORTECursorMarker2755"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na Grã-Bretanha há cada vez mais alunos a apresentar queixa contra o corpo docente dos seus estabelecimentos de ensino quando não conseguem obter a nota que desejam.&lt;br /&gt;Esta tendência, cada vez maior entre as universidades, parece corresponder ao aumento das propinas, em que os alunos entendem que estão efetivamente a comprar um grau académico, e à elevada competitividade no mundo laboral, em que ter uma nota elevada pode ser determinante para obter um bom emprego.&lt;br /&gt;Espera-se que a tendência se agrave no início do próximo ano letivo, quando as propinas das universidades inglesas voltarem a aumentar. (&lt;a href="http://www.independent.co.uk/news/education/education-news/students-blame-poor-teaching-over-degrees-6292216.html" target="_blank"&gt;The Independent&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-01-20T15:25:06</issued>
    <title>Como fazer os alunos ler</title>
    <published>2012-01-19T11:48:49Z</published>
    <updated>2012-01-19T11:48:49Z</updated>
    <category term="educação em debate"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;O que pode fazer um professor quando a maioria dos alunos chega ao quinto ano a tropeçar na leitura? Em São Paio de Vizela uma professora de português decidiu pôr os alunos a ler contos aos pais. O resultado surpreendeu os alunos, os pais e a professora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"&gt;&lt;object id="player" width="570" height="428" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="src" value="http://sicnoticias.sapo.pt/skins/sicnot/gfx/jwplayer/player.swf" /&gt;&lt;param name="flashvars" value="file=http://rd3.videos.sapo.pt/389NdIfswjdlfj2me9oq/mov/1&amp;amp;type=video&amp;amp;image=http://sicnoticias.sapo.pt/vida/article1247246.ece/ALTERNATES/w570/1038550_2.png&amp;amp;skin=http://sicnoticias.sapo.pt/skins/sicnot/gfx/jwplayer/sic_noticias.xml&amp;amp;autostart=false&amp;amp;repeat=list&amp;amp;bufferlength=3&amp;amp;controlbar=over" /&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent" /&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true" /&gt;&lt;param name="quality" value="high" /&gt;&lt;embed id="player" width="570" height="428" type="application/x-shockwave-flash" src="http://sicnoticias.sapo.pt/skins/sicnot/gfx/jwplayer/player.swf" flashvars="file=http://rd3.videos.sapo.pt/389NdIfswjdlfj2me9oq/mov/1&amp;amp;type=video&amp;amp;image=http://sicnoticias.sapo.pt/vida/article1247246.ece/ALTERNATES/w570/1038550_2.png&amp;amp;skin=http://sicnoticias.sapo.pt/skins/sicnot/gfx/jwplayer/sic_noticias.xml&amp;amp;autostart=false&amp;amp;repeat=list&amp;amp;bufferlength=3&amp;amp;controlbar=over" wmode="transparent" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" quality="high" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;</content>
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    <issued>2012-01-20T12:24:04</issued>
    <title>Concurso Ler em Português</title>
    <published>2012-01-17T12:42:59Z</published>
    <updated>2012-01-17T12:42:59Z</updated>
    <category term="agenda"/>
    <category term="línguas e literaturas"/>
    <content type="html">&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="float: right;"&gt;&lt;img style="border: 0px currentColor;" src="http://www.lerportugues.net/np4/file/1/banner1.jpg" alt="" width="225" height="125" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p id="SAPORTECursorMarker5175"&gt;A língua portuguesa é utilizada por mais de 200 milhões de pessoas em todo o mundo, estando entre os idiomas mais falados, mas é preciso continuar a incentivar a sua utilização, divulgando autores e criandores e estimulando a leitura. Estes são os objetivos de uma iniciativa recentemente lançada pela Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, a Rede de Bibliotecas Escolares e o Plano Nacional de Leitura.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O concurso Ler em Português pretende aumentar as práticas de leitura e escrita em português, mas também aprofundar a troca de experiências entre alunos e professores portugueses e norte-americanos. Por isso desafia equipas de alunos dos dois países a participar desenvolvendo trabalhos em blogues que sirvam os propósitos da iniciativa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os premiados têm acesso a um programa de intercâmbio entre Portugal e os Estados Unidos da América para conhecer melhor a cultura e os costumes dos dois países, assim como os projetos de leitura e literacia desenvolvidos pelas escolas e bibliotecas escolares. (&lt;a href="http://www.lerportugues.net/np4/home" target="_blank"&gt;Site&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-01-19T15:19:50</issued>
    <title>Mais de cem reportagens científicas escritas por jovens portugueses</title>
    <published>2012-01-19T11:25:03Z</published>
    <updated>2012-01-19T11:25:03Z</updated>
    <category term="correio disciplinar"/>
    <content type="html">&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="float: right;"&gt;&lt;img style="border: 0pt none;" src="http://www.cienciahoje.pt/files/52/52610.jpg" alt="" width="200" height="107" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Mais de cem equipas de escolas secundárias portuguesas enviaram reportagens para o concurso «Jovens Jornalistas de Ciência», organizado pelo site Ciência viva.&lt;br /&gt;Os trabalhos, que abordam diferentes realidades da ciência nacional, podem ser consultados em &lt;a href="http://jjc.cienciahoje.pt/" target="_blank"&gt;jjc.cienciahoje.pt&lt;/a&gt;. Dentro de 15 dias será apresentada a sua classificação.&lt;/p&gt;</content>
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    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://correiodaeducacao.asa.pt/228478.html"/>
    <issued>2012-01-19T10:14:10</issued>
    <title>Pareceres sobre a Revisão Curricular online</title>
    <published>2012-01-19T11:09:48Z</published>
    <updated>2012-01-19T11:19:17Z</updated>
    <category term="educação em debate"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;A Comissão de Educação da Assembleia da República disponibiliza online os comentários e pareceres recebidos a propósito da revisão curricular dos ensinos básico e secundário. Os pareceres, da autoria de sindicatos, associações de professores e outros, podem ser consultados &lt;a href="http://www.parlamento.pt/sites/COM/XIILEG/8CECC/GTCEBS/Paginas/XIIL1S_RevisaoestruturaCurricular.aspx" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</content>
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    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:correiodaeducacao:228163</id>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://correiodaeducacao.asa.pt/228163.html"/>
    <issued>2012-01-17T15:45:44</issued>
    <title>Alunos do 4.ª ao 6.ª dão erros graves</title>
    <published>2012-01-17T14:16:03Z</published>
    <updated>2012-01-17T14:16:03Z</updated>
    <category term="imprensa"/>
    <content type="html">&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="float: right;"&gt;&lt;img style="border: 0px currentColor;" src="http://imagens.publico.pt/imagens.aspx/368323?tp=UH&amp;amp;db=IMAGENS&amp;amp;w=350&amp;amp;t=1326803226,23438" alt="" width="175" height="116" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Apenas 8% dos alunos do 4.º e 6.º ano consegue escrever frases sem erros de concordância. Em ambos os anos de escolaridade, este foi o item das provas de aferição de Língua Portuguesa, realizadas em Maio por cerca de 216 mil estudantes, que obteve a taxa de sucesso mais baixa, revelam os relatórios com a análise pormenorizada do desempenho dos estudantes divulgados pelo Ministério da Educação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Também na prova de Matemática só 19% dos estudantes do 4.º e 6.º ano mostraram saber o que é um múltiplo de um número e o que fazer com um problema que envolva este conceito. Os itens que envolviam múltiplos de números foram os que obtiveram piores resultados nas provas de aferição de Matemática. (&lt;a href="http://www.publico.pt/Educa%C3%A7%C3%A3o/quase-todos-os-alunos-do-4-e-6-fazem-erros-de-concordancia-1529232" target="_blank"&gt;Público&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;</content>
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    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:correiodaeducacao:228007</id>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://correiodaeducacao.asa.pt/228007.html"/>
    <issued>2012-01-17T11:43:33</issued>
    <title>Escolas vão poder manter receitas próprias</title>
    <published>2012-01-17T12:45:40Z</published>
    <updated>2012-01-17T12:45:40Z</updated>
    <category term="imprensa"/>
    <content type="html">&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="float: right;"&gt;&lt;img style="border: 0px currentColor;" src="http://imagens.publico.pt/imagens.aspx/368120?tp=UH&amp;amp;db=IMAGENS&amp;amp;w=350&amp;amp;t=1326803998,1875" alt="" width="175" height="116" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;O ministro da Educação, Nuno Crato, e o presidente do Conselho de Escolas, Manuel Esperança, fizeram um balanço positivo da reunião com 400 diretores escolares da Região de Lisboa e Vale do Tejo para debater a revisão curricular. Os responsáveis governamentais afirmaram que a reunião decorreu “num clima ótimo” e que os diretores até ouviram do secretário de Estado do Ensino e Administração Escolar, João Casanova de Almeida, uma informação fora da agenda de trabalhos: as receitas próprias das escolas vão ficar nos orçamentos privativos dos estabelecimentos de ensino. (&lt;a href="http://www.publico.pt/Educa%C3%A7%C3%A3o/escolas-vao-poder-ficar-com-as-receitas-que-conseguem-gerar-1528973" target="_blank"&gt;Público&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content>
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    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:correiodaeducacao:227295</id>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://correiodaeducacao.asa.pt/227295.html"/>
    <issued>2012-01-16T15:27:51</issued>
    <title>Exposição «D. Dinis - Entre a História e a Lenda»</title>
    <published>2012-01-12T14:56:36Z</published>
    <updated>2012-01-12T14:57:14Z</updated>
    <category term="agenda"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;Inaugura a 23 de Janeiro e termina a 31 de Março a exposição didática «D. Dinis – Entre a História e a Lenda», onde se pode encontrar várias imagens relacionadas com a pesquisa e exploração do imenso património legado pelo Rei D. Dinis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A exposição tem lugar no Museu do Combatente no Forte do Bom Sucesso (ao lado da Torre de Belém).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O museu está aberto todos os dias, incluindo fins-de-semana e feriados, das 10h às 17h&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Contactos e informações:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Museu do Combatente no Forte do Bom Sucesso (junto à Torre de Belém),&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;1400-038 Lisboa&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Telef. 92 738 31 39&lt;br /&gt;Email: &lt;a href="mailto:fbs.marketing@ligacombatentes.org.pt"&gt;fbs.marketing@ligacombatentes.org.pt&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content>
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    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:correiodaeducacao:227357</id>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://correiodaeducacao.asa.pt/227357.html"/>
    <issued>2012-01-16T10:00:41</issued>
    <title>Cansados de reformas inúteis!</title>
    <published>2012-01-15T10:56:03Z</published>
    <updated>2012-01-15T10:56:03Z</updated>
    <category term="círculo aberto"/>
    <category term="josé matias alves"/>
    <content type="html">&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="float: right;"&gt;&lt;img style="border: 0px currentColor;" src="http://c2.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/oe207aea5/9276603_07ZtL.jpeg" alt="" width="150" height="180" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p id="SAPORTECursorMarker2788"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: right;"&gt;* José Matias Alves&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Está em curso mais uma reforma curricular. Mais hora ou menos hora. Tira aqui e coloca ali. Reforçando a visão &lt;em&gt;disciplinar&lt;/em&gt; do conhecimento. Decretando que os conhecimentos mobilizáveis para agir, conhecer, intervir e transformar o mundo e dar sentido à vida não têm dignidade curricular. Só o conhecimento &lt;em&gt;puro&lt;/em&gt; (mesmo que seja o sistema nervoso da mosca que para “nada” serve) é que importante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Está em curso uma suposta mudança de &lt;em&gt;paradigma&lt;/em&gt;. Mas não se conhece o horizonte, a substância, a rota, o rumo. Vive-se na era do vazio, da incerteza e da ameaça. De cortes e de asfixia. Com os diretores das escolas transformados nos chefes de secretaria preenchendo formulários eletrónicos nas plataformas centrais. Com os professores cansados de tanta mudança inútil porque não toca no essencial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;a name="cutid1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="ljcut" text="Leitura integral"&gt;E é inútil porque não é isso que faz os professores ensinar melhor. Que faz os alunos aprender mais. Que faz a organização escolar querer mudar de registo e de práticas. E pode ser até prejudicial porque há um enorme cansaço e &lt;em&gt;desilusão&lt;/em&gt;nas escolas. Que esperam (mesmo que disso não tenham consciência) que seja possível um outro sentido para a ação profissional. Muito mais fundado na liberdade e na autonomia e no risco. Na possibilidade de autoria de normas próprias no campo da organização do conhecimento, do agrupamento dos alunos, na gestão do tempo.
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Como o atesta a &lt;em&gt;insuspeita&lt;/em&gt; OCDE (2010): &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Les réformes ont un impact constant sur les structures superficielles et les paramètres institutionnels des écoles, mais il est beaucoup plus difficile d’agir sur les activités fondamentales et la dynamique des apprentissages de classe.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Justamente. Entre nós persiste esta ilusão. Precisamos de passar da ordem do mando para a ordem da autonomia e da responsabilidade. Da ordem do domínio e do controlo remoto para a ordem da criação local. Porque é isto que nos faz crescer. Porque é isto que nos faz querer. Como pessoas, como profissionais e membros de organizações que &lt;em&gt;também podem aprender&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font: 13px/18px Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; color: #000000; text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; float: none; display: inline !important; white-space: normal; orphans: 2; widows: 2; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; background-color: #ffffff; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px;"&gt;* José Matias Alves é investigador, doutor em Educação e professor convidado da Universidade Católica Portuguesa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-01-13T15:03:41</issued>
    <title>I Ciclo de Conferências em Educação Física, Desporto e Lazer</title>
    <published>2012-01-12T12:27:48Z</published>
    <updated>2012-01-12T12:27:48Z</updated>
    <category term="agenda"/>
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    <content type="html">&lt;p&gt;A ESETN – Escola Superior de Educação de Torres Novas organiza o I Ciclo de Conferências em Educação Física, Desporto e Lazer, iniciativa do curso de licenciatura em Educação Física, Desporto e Lazer.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este ciclo de conferencias pretende trazer a Torres Novas personalidades de relevo e lançar o debate no domínio da atividade física e desporto com temáticas atuais e de interesse para os diversos elementos que compõem o fenómeno desportivo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O primeiro convidado será o Doutor Henrique Jones, médico da Seleção Nacional de Futebol que dará uma conferência sobre “Prevenção de Lesões no Desporto”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A conferência será no dia 20 de Janeiro (6.ª feira) no Anfiteatro da Escola Superior de Educação de Torres Novas, pelas 21 horas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A entrada é livre, com inscrição obrigatória. Contacto e informações: &lt;a href="mailto:alexandra@esetn.pt"&gt;alexandra@esetn.pt&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content>
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