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  <title>Correio da Educação</title>
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  <description>Correio da Educação - SAPO Blogs</description>
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  <pubDate>Wed, 16 May 2012 13:30:17 GMT</pubDate>
  <title>II Encontro Regional de Educação do Alentejo</title>
  <author>Correio da Educação</author>
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  <description>&lt;p&gt;A Direção Regional de Educação do Alentejo, vai realizar o II EREA – Encontro Regional de Educação do Alentejo, «6 anos de AEC…», no dia 29 de Maio de 2012, no auditório da DREA.&lt;br /&gt;Este Encontro visa refletir sobre o desenvolvimento e qualidade pedagógica desta oferta educativa ao longo de 6 anos da sua implementação e é destinado a municípios, agrupamentos de escolas, professores AEC, professores titulares de turma, representantes de departamentos curriculares, encarregados de educação, etc.&lt;br /&gt;As inscrições decorrem até ao dia 20 de Maio de 2012.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mais &lt;a href=&quot;http://www2.drealentejo.pt/index.php/noticias-mnu/65-gerais/271-ii-erea-encontro-regional-de-educacao-do-alentejo-6-anos-de-aec-29-maio-evora-drea&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;informações&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>agenda</category>
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  <pubDate>Wed, 16 May 2012 09:07:05 GMT</pubDate>
  <title>Fenprof afirma que estão a ser contratados professores com vencimentos baixos</title>
  <author>Correio da Educação</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://imagens.publico.pt/imagens.aspx/383064?tp=UH&amp;amp;db=IMAGENS&amp;amp;w=350&amp;amp;t=1337155851,52857&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;175&quot; height=&quot;117&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) denunciou, no Parlamento, que estão a ser contratados docentes no ensino superior, auxiliares ou adjuntos, com remunerações inferiores às respetivas categorias.&lt;br /&gt;A delegação da Fenprof é ouvida na Assembleia da República no âmbito de uma audiência que solicitou à comissão de Educação, Ciência e Cultura. À comissão foi transmitida “a recusa generalizada” por parte das instituições de ensino superior público de colocar no 1.º escalão remuneratório os professores auxiliares e adjuntos que acederam a estas categorias após aprovação nas provas de doutoramento ou do título de especialista. (&lt;a href=&quot;http://www.publico.pt/Educa%C3%A7%C3%A3o/fenprof-denuncia-que-estao-a-ser-contratados-professores-com-vencimentos-baixos-1546214&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Público&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>imprensa</category>
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  <pubDate>Tue, 15 May 2012 09:08:51 GMT</pubDate>
  <title>Governo ordena despedimentos coletivos no Novas Oportunidades</title>
  <author>Correio da Educação</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://imagens.publico.pt/imagens.aspx/382949?tp=UH&amp;amp;db=IMAGENS&amp;amp;w=350&amp;amp;ts=1337076586,00123&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;175&quot; height=&quot;116&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;As escolas incapazes de assegurar os encargos com o pessoal afeto aos Centros Novas Oportunidades têm 40 dias úteis, a contar do passado dia 11 de Maio, para promover a cessação dos contratos de trabalho.&lt;br /&gt;As escolas básicas ou secundárias capazes de, com receitas próprias, assegurar os encargos com o pessoal dos respectivos CNO podem mantê-los abertos até final de Agosto. Quanto às restantes, tiveram também até ao dia 11 para requerer a extinção dos centros. São estas que dispõem agora de 40 dias úteis para dispensar o respetivo pessoal. (&lt;a href=&quot;http://economia.publico.pt/Noticia/governo-manda-as-escolas-fazerem-despedimentos-colectivos-nos-centros-novas-oportunidades-1546113&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Público&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;</description>
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  <category>imprensa</category>
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  <pubDate>Mon, 14 May 2012 14:31:33 GMT</pubDate>
  <title>Políticas educativas e as dinâmicas de melhoria</title>
  <author>Correio da Educação</author>
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  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: left;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/correioeducacao/fotos/?uid=eQVfFK12V4IMHcLrqYM2&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://c5.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B0f0997aa/11531214_jDybK.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;79&quot; height=&quot;125&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p id=&quot;SAPORTECursorMarker9618&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;* José Matias Alves&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste tempo de turbulências, destruição de identidades, agregações forçadas, promessas salvadoras de mais exames será interessante rever o que dizem Stoll e Fink sobre as caraterísticas das escolas que desenvolvem processos sistemáticos de melhoria de processos e resultados educativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como acontece de forma algo recorrente, há um decálogo de boas práticas indiciadoras desta dinâmica, a saber:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;i) &lt;em&gt;Nós sabemos para onde vamos&lt;/em&gt;. Esta partilha de visão e de metas a atingir é de grande relevância, pois &lt;em&gt;não há vento favorável para quem não sabe para onde quer ir&lt;/em&gt;. E, no caso da escola, esta consensualização do horizonte, esta explicitação das metas cognitivas, emocionais, relacionais… que é preciso fazer os alunos alcançar é de vital importância, dado o número de intervenientes na ação educativa. Se &lt;em&gt;isto&lt;/em&gt; se não consegue, o mais provável é a instituição da dinâmica da desconexão e da anarquia. A quase certeza do naufrágio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;a name=&quot;cutid1&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class=&quot;ljcut&quot; text=&quot;Leitura integral&quot;&gt;ii) &lt;em&gt;Nós precisamos de alcançar as metas, precisamos de garantir o sucesso&lt;/em&gt;. Esta noção de responsabilidade partilhada, esta convicção de que todos seremos capazes é um poderoso fator de realização da oportunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;iii) &lt;em&gt;Nós trabalharemos de forma colaborativa para alcançar as metas visadas&lt;/em&gt;. Esta determinação (esta opção) por um modo de trabalho que aumenta as possibilidades de entendimento, de compreensão, e de eficácia da ação educativa revela uma disposição determinante de uma prática sistemática de melhoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;iv) &lt;em&gt;Nós podemos fazer melhor&lt;/em&gt;. Esta consciência da imperfeição, esta vontade de uma melhoria gradual e contínua é um atributo essencial das escolas que aprendem e um poderoso fator de desenvolvimento profissional e organizacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;v) &lt;em&gt;A aprendizagem implica toda a gente e de forma permanente&lt;/em&gt;. Para melhorar é preciso aprender sempre. Interpelar e interrogar: as rotinas, os problemas, as insuficiências.  E mesmo desaprender o que nos aliena, nos encerra e limita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;vi) &lt;em&gt;Nós aprendemos tentando fazer qualquer coisa nova&lt;/em&gt;. Esta disposição para ensaiar novas soluções, para compreender os entraves e os problemas, para experimentar e avaliar novas respostas, para ver de outros pontos de vista é algo de fundamental para incrementar melhores processos e resultados educativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;vii) &lt;em&gt;Há sempre alguém disponível para ajudar e apoiar&lt;/em&gt;. Esta certeza do suporte e do apoio, a tolerância face ao erro (este incentivo até para errar e aprender) é algo de vital se queremos sobreviver aos cenários de turbulência e alta imprevisibilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;viii) &lt;em&gt;Toda a gente tem alguma coisa para oferecer&lt;/em&gt;. Este clima de confiança, esta prática sistemática de dádiva, esta consideração e respeito mútuo, esta partilha são os ingrediente de uma comunidade aprendente em contínua melhoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ix) &lt;em&gt;Nós podemos discutir as nossas diferenças&lt;/em&gt;. Isto é, o apelo à alteridade e à heterodoxia, ao pensamento divergente que aspira à construção de máximos denominadores comuns; o respeito pela autonomia individual, o saber que a diferença é o sal da terra é algo de essencial para a existência de uma dinâmica de melhoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;x) &lt;em&gt;Nós sentimo-nos bem connosco mesmos&lt;/em&gt;. Este sentimento de bem estar interior, a celebração do que de bom existe, esta proximidade, esta alegria de estar vivo e de ser autor de uma comunidade em contínuo desenvolvimento é também algo de essencial numa escola que quer sair do marasmo e do &lt;em&gt;statu quo&lt;/em&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas dez características das escolas em processos de melhoria salientam a importância da proximidade, das emoções, dos sentimentos, dos compromissos, dos laços que constroem identidades  solidárias e proativas.&lt;br /&gt;Não seria sensato induzir estas disposições e estas práticas?&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;* José Matias Alves é investigador, doutor em Educação e professor convidado da Universidade Católica Portuguesa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>círculo aberto</category>
  <category>josé matias alves</category>
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  <pubDate>Mon, 14 May 2012 09:43:31 GMT</pubDate>
  <title>Prova de aferição de Matemática foi &quot;desagradável surpresa&quot; para professores</title>
  <author>Correio da Educação</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://imagens.publico.pt/imagens.aspx/382551?tp=UH&amp;amp;db=IMAGENS&amp;amp;w=350&amp;amp;t=1336923596,39766&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;175&quot; height=&quot;116&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Os professores que ao longo dos últimos dois anos “não investiram seriamente” no novo programa de Matemática para o ensino básico, que foi generalizado a todo o país em 2010/2011, “terão tido uma desagradável surpresa” esta sexta-feira.&lt;br /&gt;Segundo a Associação de Professores de Matemática, foi grande a quantidade de questões da prova de aferição do 4.º ano, realizada por mais de 110 mil alunos, que apela a conteúdos e competências que antes não eram valorizadas. “A prova está bem estruturada, não é demasiado longa, tem questões muitíssimo interessantes e não é difícil – mas apercebi-me, pela reação de colegas que se mostraram pessimistas em relação aos resultados, que nem todos os professores adotaram plenamente o novo programa”, disse Helena Amaral, da APM. (&lt;a href=&quot;http://www.publico.pt/Educa%C3%A7%C3%A3o/prova-de-afericao-de-matematica-foi-desagradavel-surpresa-para-professores-1545684&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Público&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>ciências exactas e experimentais</category>
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  <pubDate>Fri, 11 May 2012 14:17:22 GMT</pubDate>
  <title>Inspeção recomenda formação em educação especial para docentes do ensino regular</title>
  <author>Correio da Educação</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://imagens.publico.pt/imagens.aspx/382389?tp=UH&amp;amp;db=IMAGENS&amp;amp;w=350&amp;amp;t=1336729634,72192&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;175&quot; height=&quot;116&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;A Inspeção-Geral da Educação recomendou, no Parlamento, a existência de formação específica para os educadores de infância e professores do ensino regular, devido à integração de alunos com Necessidades Educativas Especiais nestas turmas.&lt;br /&gt;De acordo com a equipa liderada pela nova inspetora-geral, Maria Helena Dias Ferreira, é necessária formação não tanto para os docentes do ensino especial, mas para os restantes professores com os quais tem de ser feita a articulação da resposta a estas crianças. (&lt;a href=&quot;http://www.publico.pt/Educa%C3%A7%C3%A3o/inspeccao-recomenda-formacao-em-educacao-especial-para-docentes-do-ensino-regular-1545539&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Público&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;</description>
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  <category>imprensa</category>
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  <pubDate>Fri, 11 May 2012 10:15:15 GMT</pubDate>
  <title>Crise aumenta abandono escolar e trabalho infantil</title>
  <author>Correio da Educação</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://imgs.cmjornal.xl.pt/imgs/share/2012-05/2012-05-10102313_CA967162-B341-4FEB-88DD-FECB0766BF67$$738d42d9-134c-4fbe-a85a-da00e83fdc20$$ca2d15dd-f1c4-4518-a752-472c99247f00$$img_carrouselTopHomepage$$pt$$1.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;150&quot; height=&quot;198&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;O comissário para os Direitos Humanos do Conselho da Europa, Nils Muiznieks, alerta que a crise económica em Portugal está a gerar mais abandono escolar e há um &quot;risco real&quot; de aumento do trabalho infantil.&lt;br /&gt;Não tendo dados sobre &quot;caso concretos&quot; de trabalho infantil, o comissário recebeu do Provedor de Justiça a indicação de &quot;um aumento de queixas&quot; relacionadas com os direitos das crianças, nomeadamente com abandono escolar e trabalho infantil. (&lt;a href=&quot;http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/crise-aumenta-abandono-escolar-e-trabalho-infantil&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;CM&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Thu, 10 May 2012 10:06:05 GMT</pubDate>
  <title>Escolas da Inglaterra deverão banir o uso de telemóveis</title>
  <author>Correio da Educação</author>
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  <description>&lt;p&gt;Um órgão inspetor da educação decidiu que escolas da Inglaterra devem banir os telemóveis da sala de aula, devendo os professores proibir o uso de telemóveis pelos jovens - incluindo mandar mensagens de texto, atender chamadas e navegar na internet -, para não serem advertidos pelos inspetores.&lt;br /&gt;Segundo o inspetor-chefe das escolas, Sir Michael Wilshaw, os telemóveis podem ser usados para praticar bullying online e aceder a sites de pornografia enquanto os alunos estão dentro da escola. (&lt;a href=&quot;http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI5765496-EI8266,00-Escolas+da+Inglaterra+deverao+banir+o+uso+de+telefones+celulares.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Terra&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Wed, 09 May 2012 14:06:32 GMT</pubDate>
  <title>Estudo revela que cafeína poderá ser usada em crianças hiperativas</title>
  <author>Correio da Educação</author>
  <link>http://correiodaeducacao.asa.pt/255137.html</link>
  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://imagens.publico.pt/imagens.aspx/381931?tp=UH&amp;amp;db=IMAGENS&amp;amp;w=350&amp;amp;t=1336565541,00329&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;175&quot; height=&quot;131&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Pode parecer uma contradição mas a solução para os problemas das crianças com défice de atenção e hiperatividade pode estar, afinal, numa chávena de café. É pelo menos para aí que apontam as conclusões preliminares de um estudo que está a ser realizado por uma equipa de investigadores da Universidade de Coimbra, liderada por Rodrigo Cunha.&lt;br /&gt;“O princípio ativo que é hoje usado para tratar crianças com défice de atenção e hiperatividade é o metilfenidato que é um derivado das anfetaminas, ou seja, um estimulante. (...) Foi pelo facto de termos visto que havia um paralelismo tão grande entre as respostas à anfetamina e à cafeína, em termos sobretudo motores, que decidimos lançar este estudo que veio confirmar essa ideia de que é possível utilizar nestas crianças um estimulante que não tenha consequências tão gravosas como o metilfenidato”, afirma Rodrigo Cunha. (&lt;a href=&quot;http://www.publico.pt/Ci%C3%AAncias/cafeina-podera-ser-usada-em-criancas--hiperactivas--1545088&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Público&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;</description>
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  <category>imprensa</category>
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  <pubDate>Wed, 09 May 2012 09:51:25 GMT</pubDate>
  <title>Docente punida por ensinar &quot;demais&quot;</title>
  <author>Correio da Educação</author>
  <link>http://correiodaeducacao.asa.pt/254755.html</link>
  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://www.sexenio.com.mx/nuevoleon/diario/20120507/5635.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;160&quot; height=&quot;120&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Uma professora de uma escola de Andorra foi afastada do seu cargo, por decisão do Ministério da Educação, por se considerar que os seus alunos &quot;têm um nível demasiado alto para uma escola pública&quot;, sabendo já ler, somar e subtrair com 4 e 5 anos.&lt;br /&gt;No entanto, os pais dos alunos recorreram à embaixada espanhola para solicitar a continuidade da professora, argumentando que o ensino exige mínimos educativos e que não há máximos e que as crianças não se têm queixado do nível de exigência. (&lt;a href=&quot;http://www.lavanguardia.com/vida/20120430/54287793063/profesora-andorra-despedida-ensenar-demasiado.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;La Vanguardia&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Tue, 08 May 2012 14:24:00 GMT</pubDate>
  <title>Moçambique reintroduz ensino pré-escolar </title>
  <author>Correio da Educação</author>
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  <description>&lt;p&gt;O Ministério de Educação de Moçambique vai reintroduzir em 2013 a educação pré-escolar para superar a fraca qualidade no ensino primário e facilitar o alcance dos Objectivos do Milénio. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Em paralelo está previsto o aumento da rede escolar por via de programa de construção acelerada, gestão escolar, expansão de ensino bilingue, saneamento e saúde escolar, além da promoção de ingresso no ensino na idade certa. (&lt;a href=&quot;http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/africa/2012/4/19/Ministerio-Educacao-reintroduz-ensino-pre-escolar,e4b37806-30a9-497b-9924-2e6c1c0168ea.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;AngolaPress&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>imprensa</category>
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  <pubDate>Tue, 08 May 2012 09:18:50 GMT</pubDate>
  <title>País não aceita fusões</title>
  <author>Correio da Educação</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://imgs.cmjornal.xl.pt/imgs/share/2012-05/2012-05-08005710_CA967162-B341-4FEB-88DD-FECB0766BF67$$738d42d9-134c-4fbe-a85a-da00e83fdc20$$221eb5aa-22ad-494d-a39a-6b3c5833aff1$$img_carrouselTopHomepage$$pt$$1.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;150&quot; height=&quot;198&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Várias localidades têm protestado contra a criação dos mega-agrupamentos de escolas. Tem havido contestação de autarquias, professores e pais contra os novos mega-agrupamentos, que chegam a ter perto de quatro mil alunos e escolas separadas por dezenas de quilómetros. Arouca, Almeirim ou Leiria são exemplos de zonas onde os protestos mais se têm sentido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo Mário Nogueira, da Fenprof, a criação de mega-agrupamentos de escolas coloca em risco o emprego de cerca de 20 mil professores contratados, já a partir de Setembro. &quot;Com a conjugação dos mega-agrupamentos, da revisão curricular e do aumento para 30 alunos por turma, vai haver menos 20 a 25 mil horários nas escolas&quot;, afirmou. (&lt;a href=&quot;http://www.cmjornal.xl.pt/noticia.aspx?channelId=ED40E6C1-FF04-4FB3-A203-5B4BE438007E&amp;amp;contentId=3D64F462-28BE-4BFB-83D5-19A9E383047A&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;CM&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;</description>
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  <category>imprensa</category>
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  <pubDate>Mon, 07 May 2012 14:16:13 GMT</pubDate>
  <title>O Jornalismo - Quem quer afrontar a ética jornalística?</title>
  <author>Correio da Educação</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://c4.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bae072ae2/9471645_UZZOw.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;110&quot; height=&quot;120&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p id=&quot;SAPORTECursorMarker3745&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;* Rosa Duarte&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Viver em &lt;em&gt;open space&lt;/em&gt; o &lt;em&gt;fast love&lt;/em&gt; num &lt;em&gt;zapping&lt;/em&gt; delirante ao som da música psicadélica e batatas fritas de palito pode anestesiar momentaneamente o incómodo da crise económica instalada, implacável para os potenciais consumidores de futuros profissionais promissores&lt;br /&gt;que vão aguardando melhores dias na sua terra, mas a troco da embriaguez dos &lt;em&gt;media&lt;/em&gt; empacotados e amizades sociais sem rede, por vezes com digestões difíceis de virtualidade continuada. Nos tempos difíceis, especialmente, os frutos obrigam-se a si mesmos a dar espaço para alguns brotarem mais suculentos. Assim, nos escombros da conhecida música que nos vão dando os grandes grupos económicos e políticos, disparam felizmente os vanguardistas sentimentos dos grupos alternativos que vão respirar uma aragem mais inventiva, porque falam das tentações sonantes e arremessos de legumes mágicos, em projetos e concertos inflamados e inflacionados do nosso tempo, com (The) Temptations, Smashing Pumpkins… Vai-se sobrevivendo com a alegria do som.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;a name=&quot;cutid1&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class=&quot;ljcut&quot; text=&quot;Leitura integral&quot;&gt;De portas-meias com a dura realidade, somos repórteres dentro e fora do ecrã da nossa mente. Igualmente telecomandados, saltamos de canal em canal e afrouxamos nos noticiários televisivos mais vivos, comentados, a cada passo, que fazem da notícia um parente próximo do espetáculo. Nas televisões brasileiras, por exemplo. É a velha questão da linha ténue que nos poderia levar à reflexão de quem somos, como interagimos, como reconhecer as contaminações interpretativas sobre os acontecimentos. Nós sabemos que as gavetas que compartimentam as palavras e os seus conceitos inversos são propriedade do senso comum, como estas da objetividade e da subjetividade, vendo a sua contaminação vivencial imparável, cúmplice e diáfana! A devoção mediática é massiva, mas os alicerces da verdade ainda querem aguentar as brisas da primavera. Vamos acreditando… Somos construtores civis em formação. Começamos a ser um coletivo sem c, porque há mudanças que se impõem a favor do benefício corresponsável dos povos. Há quem resista e há quem não tenha como fugir-lhes… Claro que a muitos de nós parecem menos comprometedoras as atualizações ortográficas do que a crescente falta de dinheiro, a escassez de emprego, a fraca valorização&lt;br /&gt;da arte, as agressões ecológicas, o árduo caminho da construção da integridade social. Onde anda a boa comunicação intrínseca à preservação do bom entendimento, ao clima de paz e à sustentabilidade? Qual é a forma física do português cuja espinal medula é a alegria de&lt;br /&gt;viver e o reconhecimento de cada falante como ser único e diverso, na sua imaginação e racionalidade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E continuamos o rol das dúvidas: a que razões se podem agarrar os autores deste novo acordo ortográfico para despender tempo, ideias e dinheiro com o intuito de desferir, ainda que relativos, sérios golpes na prezada etimologia e apreciada plasticidade da nossa língua anfitriã? Todas as mudanças, que são sempre dolorosas aos mais afeiçoados, ao longo da história da língua portuguesa deveram-se naturalmente ao dinamismo da prática da oralidade que vai, aos atropelos, obrigando a língua a algumas atualizações, como esta da fonética. Estas contrariedades arrastam desabafos incontidos como o de: &lt;em&gt;Até parece que já não sei&lt;/em&gt; &lt;em&gt;escrever&lt;/em&gt;. É um sério desafio ao nosso sentimento de lusa ancestralidade. Mas algo nos diz: não desanimemos porque a nossa vulnerabilidade financeira não atordoou o espírito empreendedor do nosso povo, que continua as suas conquistas, não por terra ou por mar, mas pelo caminho da disseminação da sua língua e cultura… Esperemos que nunca à custa da sua portugalidade. A solenidade do tempo, esse grande escultor também da nossa língua, confronta-nos com os anseios dos nossos mestres intemporais da literatura que clamaram pela árdua, mas inevitável tarefa académica de contextualizadamente repensar a uniformização ortográfica da língua portuguesa em todos os seus recantos. Por isso aqui vai um testemunho conhecido em jeito de ilustração: “…de boamente seguirei qualquer methodo mais accertado, apenas haja algum geral, e racionável em portuguez: o que tam fácil, e simples seria, se a nossa academia, e governo em tam importante cousa se empenhassem.” (Almeida Garrett, &lt;em&gt;Camões&lt;/em&gt;: 1825).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque os acordos são feitos para discordar, difundo esta minha apressada reflexão num dos mais poderosos meios, democraticamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;* Professora do Ensino Secundário&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>artigos de opinião</category>
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  <pubDate>Thu, 03 May 2012 09:32:36 GMT</pubDate>
  <title>Portugal conquista duas medalhas de prata nas Olimpíadas da Ciência</title>
  <author>Correio da Educação</author>
  <link>http://correiodaeducacao.asa.pt/253777.html</link>
  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://imagens.publico.pt/imagens.aspx/380883?tp=UH&amp;amp;db=IMAGENS&amp;amp;w=350&amp;amp;t=1336033905,49448&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;175&quot; height=&quot;116&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;As duas equipas de estudantes portugueses que participaram nas Olimpíadas da Ciência da União Europeia, na Lituânia, conquistaram uma medalha de prata cada, o melhor resultado nacional de sempre na prova, segundo a coordenadora da comitiva.&lt;br /&gt;Em disputa estava um total de seis medalhas de ouro, 17 de prata e 21 de bronze, num concurso em que Portugal participou pela quarta vez e foi disputado por 40 equipas de 22 países.&lt;br /&gt;Os alunos portugueses, de diferentes escolas do país, têm todos 16 anos e tiveram que solucionar uma série de problemas nas áreas de física, química e biologia ao longo dos sete dias que permaneceram em Vilnius. (&lt;a href=&quot;http://www.publico.pt/Educa%C3%A7%C3%A3o/portugal-conquista-duas-medalhas-de-prata-nas-olimpiadas-da-ciencia-1544051&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Público&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>imprensa</category>
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  <pubDate>Wed, 02 May 2012 14:00:05 GMT</pubDate>
  <title>Scratch Day oficialmente aberto</title>
  <author>Correio da Educação</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 1px solid;&quot; src=&quot;http://eduscratch.dgidc.min-edu.pt/images/stories/geral/ABRIL/poster-final2012smaller.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;109&quot; height=&quot;160&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p id=&quot;SAPORTECursorMarker904&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No dia 19 de Maio vão realizar-se por todo o mundo eventos de celebração do 5.º aniversário do ambiente gráfico de programação Scratch, com aplicação em contextos educativos e também de lazer, desenvolvido pelo Massachusetts Institute of Technology - MIT.&lt;br /&gt;O Scratch Day é um acontecimento mundial, onde pessoas de todas as idades se encontram para conhecer outros Scratchers, partilhar projetos e experiências e aprender mais sobre o Scratch.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das celebrações deste dia, em Portugal, vai ser concretizada num evento gratuito, aberto a todos os professores, educadores, futuros professores e suas famílias (sobretudo crianças e jovens), das 9h às 18h, na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Setúbal. Os monitores de apoio serão crianças e jovens já com experiência de utilização do Scratch e poderão contar com eles para ajudar na iniciação a esta linguagem de programação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais informações: &lt;a href=&quot;http://eduscratch.dgidc.min-edu.pt/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;layout=blog&amp;amp;id=30&amp;amp;Itemid=65&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>agenda</category>
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  <pubDate>Wed, 02 May 2012 09:54:04 GMT</pubDate>
  <title>Queda na educação ameaça o futuro dos EUA</title>
  <author>Correio da Educação</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://si.wsj.net/public/resources/images/P1-BF920_ED_G_20120425191957.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;142&quot; height=&quot;95&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p id=&quot;SAPORTECursorMarker652&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo um artigo do Wall Street Journal, ao longo da história dos Estados Unidos quase todas as gerações tiveram substancialmente mais educação do que a geração dos seus pais. No entanto, isto hoje já não é tão verdade, e se a geração de 1955 estudou mais dois anos do que os seus pais, a geração atual só estuda mais oito meses do que os seus progenitores.&lt;br /&gt;Acredita-se que esta tendência está a ter impacto no mercado de trabalho dos EUA e mesmo ao nível do desenvolvimento económico. (&lt;a href=&quot;http://online.wsj.com/article/SB10001424052702304050304577378590951132410.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;WSJ&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;</description>
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  <category>imprensa</category>
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  <pubDate>Mon, 30 Apr 2012 14:03:27 GMT</pubDate>
  <title>As Escolas Têm Identidade?</title>
  <author>Correio da Educação</author>
  <link>http://correiodaeducacao.asa.pt/253170.html</link>
  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: left;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/correioeducacao/fotos/?uid=eQVfFK12V4IMHcLrqYM2&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://c2.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B0f0997aa/11531214_jDybK.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;94&quot; height=&quot;150&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p id=&quot;SAPORTECursorMarker1424&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;* José Matias Alves&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É recorrente a ideia que emerge da investigação: as escolas têm uma identidade, um &lt;em&gt;ethos&lt;/em&gt; que&lt;br /&gt;envolve e alimenta a ação de generalidade das pessoas. A identidade é uma &lt;em&gt;marca cultural&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;poderosa que regula de modo &lt;em&gt;invisível&lt;/em&gt; a ação das pessoas que trabalham na escola. E é ainda&lt;br /&gt;um poderoso fator de valorização, credibilidade e procura social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A identidade de uma escola decorre de muitos detalhes: tem a ver com a forma como organiza&lt;br /&gt;os espaços, com a forma como os utiliza e dinamiza; com os suportes e os conteúdos de&lt;br /&gt;comunicação; com os valores que regulam o pulsar da organização e que se veem de muitos&lt;br /&gt;modos; com os modos de organizar a relação entre alunos, entre professores e alunos, entre&lt;br /&gt;funcionários e alunos; entre professores e encarregados de educação; com a forma de lidar&lt;br /&gt;com os problemas e os erros; com a forma de olhar, analisar e trabalhar os resultados da ação&lt;br /&gt;educativa; com os modos de responsabilidade que se adotam. E com os ideais e os sonhos que&lt;br /&gt;são permitidos, sugeridos e acalentados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;a name=&quot;cutid1&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class=&quot;ljcut&quot; text=&quot;Leitura integral&quot;&gt;Mas face às políticas &lt;em&gt;técnico-racionais&lt;/em&gt; de agregação forçada ou induzida que vão destruir as&lt;br /&gt;identidades que demoraram muitos anos a construir, pode perguntar-se: mas as identidades&lt;br /&gt;existem mesmo e têm esse poder regenerador? E se têm, porque não são consideradas?&lt;br /&gt;Porque são esquecidas ou mesmo rasuradas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Avanço com três hipóteses: porque é uma variável &lt;em&gt;subjetiva&lt;/em&gt; que não se deixa aprisionar&lt;br /&gt;pela razão objetiva que a decisão política sempre quer aparentar; porque há outras retóricas&lt;br /&gt;(económicas, de macrorregulação territorial…) que têm uma ascendência maior; e porque, em&lt;br /&gt;última instância &lt;em&gt;isto&lt;/em&gt; acaba por não interessar, é &lt;em&gt;algo que pertence à invenção dos teóricos&lt;/em&gt;…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sustento, no entanto, que este esquecimento nos vai sair muito caro nos casos em que as&lt;br /&gt;identidades existentes eram promotoras de mais sucesso (o que quer dizer mais equidade,&lt;br /&gt;justiça e realização pessoal e social). E nos casos em que identidades poderiam ser &lt;em&gt;tóxicas&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;teria de haver outras medidas que estivessem à altura desse problema. Assim não vamos lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim não!&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;* José Matias Alves é investigador, doutor em Educação e professor convidado da Universidade Católica Portuguesa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>círculo aberto</category>
  <category>josé matias alves</category>
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  <pubDate>Fri, 27 Apr 2012 13:22:03 GMT</pubDate>
  <title>Perplexidade</title>
  <author>Correio da Educação</author>
  <link>http://correiodaeducacao.asa.pt/252858.html</link>
  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://c6.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/b1205909f/7726595_zGy63.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;165&quot; height=&quot;167&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;* Inês Silva&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Alguns títulos de jornais, publicados recentemente, deixaram-me perplexa: “Acordo ortográfico adiado na CPLP” (&lt;em&gt;Sol&lt;/em&gt;, 3/03/2012); “Governo admite rever Acordo Ortográfico” (RTP, 29/02/2012); “Governo vai alterar Acordo Ortográfico” (&lt;em&gt;Expresso&lt;/em&gt;, 29/02/2012). A minha perplexidade advém do facto de não perceber por que razão os que mexem e remexem neste caldeirão, que se chama Portugal, motivados por um força egocêntrica, nunca se queimam.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O projeto de texto de ortografia unificada de língua portuguesa, designado Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, foi aprovado em Lisboa, no dia 12 de outubro de 1990. Foi ratificado pelo decreto do presidente da república n.º 43/91, de 23 de Agosto de 1991, e está em vigor, na ordem jurídica interna, desde 13 de maio de 2009. A resolução do Conselho de Ministros n.º 8/2011, de 25 de Janeiro, determinou a aplicação do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa no sistema educativo no ano letivo de 2011/2012 e, a partir de 1 de janeiro de 2012, ao Governo e a todos os serviços, organismos e entidades na dependência do Governo, bem como à publicação do &lt;em&gt;Diário da República&lt;/em&gt;. Apesar da discórdia em torno das XXI Bases deste novo acordo, &lt;strong&gt;ninguém conseguiu travar estes passos em tempo útil&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;a name=&quot;cutid1&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class=&quot;ljcut&quot; text=&quot;Leitura integral&quot;&gt;Conta a História que as várias tentativas de unificação ortográfica da língua portuguesa  estiveram envolvidas em acesa polémica e muitas vezes venceu o  “desacordo”. Por exemplo, em 1945, Portugal vincula-se a um novo acordo que é rejeitado no Brasil; em 1986, o acordo que incluía Portugal, Brasil e, pela primeira vez, os cinco países africanos de língua oficial portuguesa, não chega a entrar em vigor. Já o de 1991 teve outro desfecho. Depois de ratificado, determinou-se, por lei, a sua aplicação. O período de discussão e eventual revisão teria, supostamente, terminado.
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Assim que as escolas foram informadas de que as novas regras seriam para cumprir, a partir do dia 1 de setembro de 2011, perceberam que havia muito a fazer. Pois bem: os professores começaram a frequentar cursos de formação, compraram livros de apoio, gastaram horas a estudar e a preparar as suas aulas (e não só os professores de português); os alunos começaram a aprender as novas regras, a aplicar o acordo nos seus textos e a estudar por manuais com a ortografia já alterada. Ou seja, o acordo começou a ser ensinado, uma vez que, sendo a ortografia um conjunto de normas a seguir pelos escreventes, tem de ser objeto de ensino, independentemente de se gostar ou não de “espetador” sem c ou da forma verbal “para” sem acento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Mas eis que decorrido metade do ano letivo o caldo entorna! Alguém afirma: &lt;em&gt;cada português é livre para escrever como quiser&lt;/em&gt; (até 2015). Este convite à opção pelo cumprimento ou incumprimento das regras novas ortográficas deixou-me sem palavras, principalmente porque três anos é muito tempo na formação de uma criança ou jovem. Pode, assim, um professor dizer ao seu aluno “utiliza a ortografia que quiseres”? E qual vai ele seguir? A de 1945? Não me parece, porque deixou de ser ensinada e aprendida. Não se parta do princípio de que os alunos a conhecem bem, porque não é verdade, ou então a expressão “erro ortográfico” já tinha sido suprimida do vocabulário das escolas (muito antes de setembro de 2011). A de 1991? E poderão os professores continuar a investir no seu ensino?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O convite à escolha de uma ortografia é, no fundo, um convite ao erro, ao desleixo, à dúvida… ou seja, à deriva da nossa língua escrita. Não se ensina, porque não se sabe o que ensinar,  nem se aprende, porque não há objeto de ensino. Cada um navegará como quiser no caldeirão, embora movido pela força daqueles que mexem o caldo – daqueles que nunca se queimam, mesmo que o entornem.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;* Doutora em Linguística (Sociolinguística). Professora Adjunta convidada na Escola Superior de Educação de Santarém. Tem realizado estudos sobre a escrita dos alunos. É autora de várias publicações de caráter didático e de caráter linguístico. Na ficção, publicou o romance: &lt;em&gt;A Casa das Heras&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>artigos de opinião</category>
  <category>inês silva</category>
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  <pubDate>Fri, 27 Apr 2012 09:51:12 GMT</pubDate>
  <title>Chile aumenta impostos a empresas para financiar educação</title>
  <author>Correio da Educação</author>
  <link>http://correiodaeducacao.asa.pt/252590.html</link>
  <description>&lt;p&gt;O presidente chileno, Sebastián Piñera, anunciou uma reforma tributária, que inclui aumento de impostos a empresas e uma redução do imposto de renda das pessoas físicas, para arrecadar cerca de 700 milhões a mil milhões de dólares por ano, que serão destinados integralmente à educação.&lt;br /&gt;Estes recursos procuram financiar uma reforma educacional em curso, exigida pelos estudantes, que reclamam desde o ano passado uma educação pública gratuita e de qualidade, num país cujo sistema de ensino é considerado dos mais desiguais do mundo. (&lt;a href=&quot;http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5hx3a5rujAcE-7hOa-6WldjrPEqdw?docId=CNG.c91a4624d4e60b936fe037f368cb142e.1b1&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;AFP&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description>
  <comments>http://correiodaeducacao.asa.pt/252590.html</comments>
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  <category>imprensa</category>
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  <pubDate>Thu, 26 Apr 2012 13:12:46 GMT</pubDate>
  <title>Filmes que deveriam ser mostrados nas escolas</title>
  <author>Correio da Educação</author>
  <link>http://correiodaeducacao.asa.pt/252251.html</link>
  <description>&lt;p&gt;À imagem do Plano Nacional de Leitura, Portugal deverá ter um Plano Nacional de Cinema. O suplemento &quot;Ípsilon&quot;, do jornal &lt;em&gt;Público&lt;/em&gt;, divulgou um artigo onde várias personalidades sugerem filmes que deveriam ser de visionamento obrigatório nas escolas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Das personalidades contactadas, aceitaram responder o ensaísta Eduardo Lourenço, o poeta e comissário do Plano Nacional de Leitura Fernando Pinto do Amaral, a atriz, realizadora e deputada independente pelo PS Inês de Medeiros, o diretor do Museu de Serralves, João Fernandes, os realizadores João Salaviza e Jorge Silva Melo, o escritor Manuel António Pina, o arquiteto Nuno Portas, o crítico e ex-diretor da Cinemateca Pedro Mexia e a professora de Literatura Rosa Maria Martelo. (&lt;a href=&quot;http://ipsilon.publico.pt/cinema/texto.aspx?id=303881&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Público&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;</description>
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  <category>correio disciplinar</category>
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  <pubDate>Thu, 26 Apr 2012 08:58:30 GMT</pubDate>
  <title>Fenprof monta tribuna pública em frente ao Ministério da Educação</title>
  <author>Correio da Educação</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0px currentColor;&quot; src=&quot;http://imgs.cmjornal.xl.pt/imgs/share/2012-04/2012-04-23130536_CA967162-B341-4FEB-88DD-FECB0766BF67$$738d42d9-134c-4fbe-a85a-da00e83fdc20$$6cdccdd0-260a-49ba-9278-ba550b16d3c9$$img_carrouselTopHomepage$$pt$$1.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;150&quot; height=&quot;198&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;A Federação Nacional dos Professores vai montar uma tribuna pública junto ao Ministério da Educação no dia 3 de Maio e mobilizar os docentes para concentrações, no dia 4, em frente às direções regionais, para contestar a revisão curricular.&lt;br /&gt;A revisão da estrutura curricular, que entrará em vigor em Setembro, é para a Fenprof &quot;uma armadilha para eliminar milhares de professores das escolas&quot;. (&lt;a href=&quot;http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/fenprof-monta-tribuna-publica-em-frente-ao-ministerio-da-educacao&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;CM&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;</description>
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  <category>imprensa</category>
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  <pubDate>Fri, 20 Apr 2012 10:13:29 GMT</pubDate>
  <title>Polícia expulsa ocupantes da Escola da Fontinha</title>
  <author>Correio da Educação</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://www.ionline.pt/sites/default/files/imagecache/iarticle_photo_400x225/imagens/fontinha1.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;200&quot; height=&quot;112&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;A associação que dinamizava a antiga escola primária do Alto da Fontinha, no Porto, foi expulsa do local pela polícia municipal, tendo os acessos à escola sido vedados e o material pedagógico destruído por funcionários da câmara.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Escola da Fontinha era um projeto de dinamização social voluntário, que desde 2011 procurava recuperar e formar crianças de rua dos bairros sociais vizinhos. A Câmara do Porto acusa os autores do projeto de ocuparem ilegalmente a escola abandonada há 5 anos. (&lt;a href=&quot;http://www.ionline.pt/portugal/lei-foi-cumprida-escola-da-fontinha-esta-ruinas-entaipada&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;iOnline&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;</description>
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  <category>imprensa</category>
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  <pubDate>Thu, 19 Apr 2012 14:30:53 GMT</pubDate>
  <title>25.º Encontro do Seminário Nacional de História da Matemática</title>
  <author>Correio da Educação</author>
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  <description>&lt;p&gt;Estão abertas as inscrições para o 25.º Encontro do Seminário Nacional de História da Matemática, que  terá lugar em Coimbra nos dias 15 e 16 de Junho. Os trabalhos decorrerão no Departamento de Matemática da UC (dia 15) e no Museu da Ciência da UC (dia 16).  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode obter a ficha de inscrição &lt;a href=&quot;http://www.spm.pt/arquivo/783&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>agenda</category>
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  <pubDate>Thu, 19 Apr 2012 09:28:12 GMT</pubDate>
  <title>Participações da Escola Segura aumentaram 22% em 2011</title>
  <author>Correio da Educação</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://sol.sapo.pt/storage/Sol/2012/big/ng1223296_435x190.jpg?type=big&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;217&quot; height=&quot;94&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;As ocorrências em contexto escolar participadas às forças de segurança aumentaram 22 por cento no ano letivo 2010/2011, em relação ao ano anterior.&lt;br /&gt;Segundo o Relatório Anual de Segurança Interna de 2011, a PSP e a GNR receberam, no ano letivo 2010/2011, no âmbito do Programa Escola Segura, 5762 ocorrências em contexto escolar, das quais 4284 foram de natureza criminal, tendo a maioria registada no interior das escolas. (&lt;a href=&quot;http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=47120&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Sol&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>imprensa</category>
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  <pubDate>Wed, 18 Apr 2012 13:20:37 GMT</pubDate>
  <title>Universidade Técnica aprovou fusão com Universidade Clássica de Lisboa</title>
  <author>Correio da Educação</author>
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  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://www.ionline.pt/sites/default/files/imagecache/iarticle_photo_400x225/imagens/mac23.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;200&quot; height=&quot;112&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p id=&quot;SAPORTECursorMarker5819&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Conselho Geral da Universidade Técnica de Lisboa aprovou por unanimidade a fusão com a Universidade de Lisboa, possibilitando o início de negociações com o Governo, anunciou o reitor daquela instituição.&lt;br /&gt;António Cruz Serra afirmou que o processo está ainda &quot;muito dependente do êxito das negociações com o Governo&quot;, nas quais a Técnica e a Clássica procurarão um &quot;estatuto de autonomia reforçado&quot; para a nova universidade resultante da fusão, apostando na reorganização de cursos e no aumento de estudantes. (&lt;a href=&quot;http://www.ionline.pt/portugal/ensino-superior-conselho-geral-da-universidade-tecnica-aprovou-fusao-classica&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;iOnline&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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