Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Correio da Educação

Correio da Educação

Estudo publicado na Science

A utilidade do espólio dos museus renova-se a cada tecnologia e abordagem. Desta vez, uma equipa de cientistas resolveu datar os compostos de origem vegetal associados a achados arqueológicos. O artigo na Science confirma a cronologia conhecida. Com pequenos desvios. (Público)

22 Jun, 2010

Até breve!

BOAS FÉRIAS!

 

As actividades solicitadas ao Professor são cada vez mais diversificadas. A sua vida profissional, porém, continua a desenrolar-se em ritmos diferentes de quantidade de trabalho e de aproximação às tarefas. Vem aí um tempo em que estas são, porventura, ainda, mais diversificadas, antes e depois do merecido período de férias. Entre essa diversidade ocupacional e o reconfortante repouso, talvez ainda haja disposição para a LEITURA, velho hábito gratificante da maior parte dos professores. Se isso acontecer, BOAS LEITURAS EM FÉRIAS.

 

J. Esteves Rei - Professor Catedrático de Didáctica das Línguas e de Comunicação, na UTAD, Vila Real

A palavra aos professores


Nome: Paula Manuela Cardoso

Habilitações: Licenciatura e Mestrado

Disciplinas: Português/Francês

 

- O que é para si ensinar?

O meu acto de ensinar sempre foi a transmissão de conhecimentos científicos, culturais orientados por um programa definido mas de forma “personalizada”, isto é, o ensino é também um acto pessoal durante o qual a postura, a transmissão de valores culturais e éticos são o reflexo de quem ensina perante quem quer ser ensinado. Ensinar é também aprender com jovens de gerações diferentes que, de certa forma, nos obrigam a uma constante actualização.

 

Que mensagem deixaria aos professores?

A maior vitória de um professor é sair do seu local de trabalho com satisfação, dignidade e profissionalismo. A certeza de um dever bem cumprido é a satisfação de qualquer bom profissional.

E deixo este poema:

 

Não sei quantos seremos, mas que importa?!
Um só que fosse, e já valia a pena
Aqui, no mundo, alguém que se condena
A não ser conivente
Na farsa do presente
Posta em cena!
Não podemos mudar a hora da chegada,
Nem talvez a mais certa,
A da partida.
Mas podemos fazer a descoberta
Do que presta
E não presta
Nesta vida.
E o que não presta é isto, esta mentira
Quotidiana.
Esta comédia desumana
E triste,
Que cobre de soturna maldição
A própria indignação
Que lhe resiste.

Miguel Torga