28-09

Este ano o sistema de oferta de escola tornou-se mais complicado, pois foram estabelecidas regras que limitaram a liberdade de escolha dos diretores, que nos últimos anos têm sido acusados de definir critérios demasiado específicos e dirigidos a determinadas pessoas da sua preferência. Os limites estabelecidos não evitaram, contudo, que se multiplicassem as denúncias de diretores que alegadamente continuaram a condicionar o concurso.
Na sequência das denúncias, o Ministério da Educação ordenou uma investigação da Inspeção-Geral e determinou que as escolas deveriam começar por ordenar os candidatos com base na graduação profissional e só depois passar às entrevistas, para as quais seriam convocados os professores em tranches de cinco. Fixou ainda que só poderiam passar à tranche seguinte depois de justificar, por escrito, a exclusão de cada um dos elementos de cada uma das tranches anteriores e de as justificações serem validadas pelo ministério. (Público)



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publicado por Correio da Educação às 09:25
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