13-11

O dirigente da Federação Nacional de Professores, Mário Nogueira, acusou o Ministério da Educação e Ciência de estar a aproveitar o processo para a vinculação dos docentes “contratados” para diminuir de 23 para cinco o número de Quadros de Zona Pedagógica.

A concretizar-se, isto obrigaria os cerca de 11 mil professores que concorrem a zonas geográficas restritas a candidatarem-se a escolas das áreas correspondentes às respectivas direções regionais de educação, já no próximo ano letivo, alertou. (Público)

 


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08-11

A Confederação Nacional Independente de Pais e Encarregados de Educação e a Confederação Nacional das Associações de Pais denunciaram no Parlamento que em vez do pequeno-almoço prometido pelo Ministério da Educação, os alunos passam fome. Na última audição parlamentar dos responsáveis políticos do Ministério da Educação nesta comissão, o secretário de Estado do Ensino e Administração Escolar, João Casanova de Almeida, disse que o programa estava em curso, em parcerias com empresas, embora tivesse reconhecido não estar ainda em velocidade de cruzeiro. (Público)

 


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07-11

O coordenador científico da conferência «Deontologia e autorregulação das profissões da educação», que se realiza em Lisboa na próxima sexta-feira e sábado, Reis Monteiro considera que os professores têm vindo a ser reduzidos a «fornecedores de currículo», no âmbito da abordagem «neoliberal».

Reis Monteiro defende que a autorregulação não tem de vir necessariamente de uma ordem profissional, uma tradição essencialmente europeia e continental que tem conotações negativas com o «elitismo e corporativismo», mas de organismos de modelo anglo-saxónico, como a Comissão da Carteira Profissional dos Jornalistas, com funções de controlo de acesso à profissão e de fiscalização deontológica. (Público)

 


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06-11

O Ministério da Educação e Ciência deixou cair a obrigatoriedade de os professores terem 3600 dias de serviço para se candidatarem à vinculação extraordinária, mas a proposta não agradou aos representantes das duas principais federações de professores.

Este ano, candidataram-se à contratação inicial e renovação de contrato 51 209 professores. Ficaram colocados, para dar aulas por um ano, em horário completo e desde o início do ano letivo, 7600 pessoas. No ano anterior tinham ficado colocados, na mesma fase, mais 5147. (Público)


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05-11

O ministro da Educação, Nuno Crato, garante que tem o "maior interesse" em reforçar e desenvolver o ensino profissional em Portugal com vista a reduzir o desfasamento entre a formação escolar e as necessidades do mercado de trabalho.
Para tanto, Nuno Crato, deslocou-se a Berlim a fim de assinar um memorando de entendimento para a cooperação na área do ensino profissional e conhecer o sistema dual germânico, no qual os alunos adquirem formação em regime de alternância: em contexto de trabalho nas empresas que participam no sistema e nas escolas profissionais. (Expresso)


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30-10

A ameaça do desemprego estará a provocar a completa renovação dos professores de Educação Especial nas escolas, com os mais experientes naquela área a serem substituídos por outros, que, apesar de terem mais tempo de serviço no ensino regular, nunca contactaram com crianças com Necessidades Educativas Especiais.
A denúncia é feita por um grupo de docentes ultrapassados no concurso que agora pedem que seja dada prioridade a quem tem experiência na área. (Público)


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29-10

O custo médio por aluno nas escolas públicas estava, em 2009/2010, nos 4415 euros. Nos colégios com contratos de associação situava-se nos 4522 euros. De então para cá os sucessivos pacotes de austeridade resultaram numa diminuição significativa das despesas na educação.
Esta auditoria do Tribunal de Contas foi decidida depois de uma resolução aprovada em abril de 2011 pela Assembleia da República, na qual se solicitava que o tribunal aferisse qual o custo médio por aluno nas escolas públicas no ano letivo 2010/2011.
No relatório do TC recomenda-se que o Ministério pondere «a necessidade de manutenção dos contratos de associação no âmbito da reorganização escolar». Este ano letivo o ministério vai continuar a pagar 85 mil euros por turma aos 93 colégios com contratos de associação para garantirem ensino gratuito a mais de 2000 turmas. Estes protocolos com o Estado iniciaram-se na década de 1980, numa altura em que a oferta de escolas públicas era inexistente em diversas zonas do país.(Público)


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26-10

Durante a inauguração do centro educativo das Lagoas, em Ponte de Lima, Nuno Crato afirmou que «A escola moderna é onde se aprende, onde se respeitam os professores,  é a que tem metas claras de aprendizagem, onde se avalia, onde se ensina  os jovens que a vida não é só alegria, a vida é muito trabalho.»

Em declarações aos jornalistas, o ministro sublinhou, contudo, a necessidade  de as escolas formarem pessoas "mais bem preparadas", nomeadamente para  "enfrentar a vida", mas enfatizou que, apesar das dificuldades, Portugal  "precisa de todos os jovens, de todas profissões". (SIC)









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24-10

Um estudo realizado por Gabriella Conti, Andrea Galeotti, Gerritt Mueller e Stephen Pudney revela que os estudantes mais populares no ensino secundário chegam ao mercado de trabalho e ganham mais do que os que foram mais aplicados na escola.
Segundo este estudo, passados 35 anos, os estudantes populares ganhavam mais 2% do que os menos populares. Estes 2% correspondem a quase metade (40%) do que uma pessoa com mais um ano de escolaridade ganharia a mais, ou seja, é como se a popularidade substituisse um ano de estudos. Passados quase 40 anos, os investigadores observaram que se um antigo aluno popular se movesse dos 20 para os 80% de popularidade, o seu salário aumentava 10%.
Os investigadores interpretam a «medida de popularidade como uma medida das competências sociais de um indivíduo». As interações na escola secundária «treinam as personalidades do indivíduo para serem socialmente adequadas a uma performance bem-sucedida dos seus papéis em adultos». (Público)


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23-10

O ministério da Educação e Ciência enviou aos sindicatos a proposta de vinculação extraordinária de professores: ter mais de dez anos de serviço e ter lecionado num dos últimos três são requisitos para participar no concurso. As vagas e o posicionamento na carreira não estão definidos e são estas as principais dúvidas dos sindicatos para o arranque das negociações.
A proposta sugere um processo em duas fases: os professores que preencherem os requisitos concorrem e são ordenados numa lista graduada nacional e, depois, no concurso interno do próximo ano concorrerão em segunda prioridade - à frente dos outros contratados mas atrás dos docentes de quadro. (JN)


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