16-06

 

O Marquês de Pombal ordenou ao Núncio Apostólico de Lisboa, que abandonasse a capital num dia e o país em quatro.


publicado por Correio da Educação às 16:27
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27 e 28 de Junho


O
Seminário apresenta os seguintes objectivos: fazer o balanço da investigação portuguesa na área da História das Disciplinas Escolares - no caso, no que se refere à Matemática e às Ciências Naturais e Físico-Químicas – e juntar os especialistas que se lhe têm dedicado; reflectir acerca dos contributos teóricos desenvolvidos tendo em vista a fundamentação da investigação nesta área; promover o intercâmbio com investigadores de outros países. Terá lugar na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.


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publicado por Correio da Educação às 16:25
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22 a 27 de Junho

 

O evento, organizado pelo Instituto de História Contemporânea, decorrerá na Reitoria da Universidade Nova de Lisboa. (Informações: e-mail)


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publicado por Correio da Educação às 16:22
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Os Reis D. Fernando I de Portugal e Eduardo III de Inglaterra assinaram o “Acordo de Westminster” ou o Tratado de Tagilde”, base da aliança luso-britânica.


publicado por Correio da Educação às 16:22
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19 de Junho de 2009 

 

Entre o tratado de Berlioz e o livro de Wellington Gomes referindo algumas das estratégias orquestrais dos compositores da Escola da Bahia, encontra-se uma quantidade significativa de material destinado a informar, e acompanhar a formação do músico que quer, ou necessita, ou deve conhecer a arte da escrita para orquestra.

 

A Conferência, a cargo do Doutor Roberto Alejandro Pérez (UnIMeM, Escola Superior de Música de Lisboa), decorrerá no Colégio Mateus de Aranda, pelas 16h30.


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publicado por Correio da Educação às 16:19
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  N.º 348 | 16 a 30 de Junho de 2009


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publicado por Correio da Educação às 15:27
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Está a terminar mais um ano lectivo. Não foi um ano fácil, em especial para os professores. Daí a oportunidade da “pausa” nas actividades escolares. O Correio da Educação faz votos que ela seja reconfortante, proporcionando a recuperação de ânimo novo para quem faz da Causa da Educação uma opção de vida.

Procurámos, ao longo do ano, estar junto dos Professores, levando-lhes informação, proporcionando-lhe reflexão e permitindo-lhes aceder a percursos de outros Educadores, noutros tempos e noutros lugares. Pois somos elos de uma cadeia de mulheres e homens que tiveram o privilégio e a responsabilidade cívica de preparar os jovens das sociedades futuras. Não é fácil hoje,
como o não terá sido ontem. Mas as coisas fáceis, não são para quem opta pela Educação.

Regressamos em Setembro, com novas energias, novos projectos e um novo Correio da Educação.

Boas férias.



publicado por Correio da Educação às 15:12
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Nome: Filomena Viegas
Habilitações: Licenciatura em Filologia Românica e Mestrado em Linguística Portuguesa Descritiva
Disciplinas: Português – Tecnologias de Informação e Comunicação
Escola: EB 2.3 Dr. Rui Grácio

- O que é para si ensinar?

Ensinar, para mim, e reporto-me ao ensino do Português, é ser capaz de formar cidadãos de pleno direito, com capacidade para se tornarem falantes competentes no discurso oral, informal e formal, em leitores fluentes e em escritores experientes. Não quer dizer que o faça com sucesso, mas isso não impede que continue a ser esse o objectivo da minha actividade docente.

- O que é um manual da(s) sua(s) disciplina(s) bem conseguido?

O que responde às exigências do programa da disciplina e que consegue ser atraente para os alunos, apresentando as actividades propostas com rigor científico. (
leitura integral)



publicado por Correio da Educação às 15:07
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Torre de Moncorvo, 19/06/1902 - Vila Nova de Gaia, 06/06/1974

Ramiro Salgado frequentou os colégios de Lamego e Viseu, licenciando-se em Ciências Físico-Químicas na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, em 1928. Trabalhou por um breve período no Observatório Meteorológico da Serra do Pilar, mas a sua vida seria consagrada ao ensino. Como estudante, dedicou-se a dar "explicações de ensino primário, secundário e comercial", numa Escola que tinha justamente este nome. Foi um dos directores do quinzenário Universidade, publicado a partir de 1924: "Queremos habituar o espírito da mocidade académica a não acumular somente conhecimentos, mas a elaborar com eles células novas para a nossa vida intelectual". E, depois de sair da Universidade, dirigiu o Instituto Académico Lusitano, no Porto, e leccionou no Colégio dos Carvalhos, em Vila Nova de Gaia (1931-1934), e no Colégio dos Anjos, em Lisboa (1934-1936).
Aos 34 anos de idade, mudou-se para Torre do Moncorvo, onde durante várias décadas se dedicou, sobretudo, ao ensino particular. Fundador do Colégio Campos Monteiro, em 1936, ali acolheu e ensinou crianças dos dois sexos até 1971. Com outros colegas, dinamizou também, na década de quarenta, o Externato Trindade Coelho, em
Macedo de Cavaleiros, e o Colégio de Santa Maria, em Miranda do Douro. Prestou ainda colaboração docente à Escola Técnica, após a sua criação em Torre de Moncorvo, no ano de 1971. Segundo o site da Escola Secundária Dr. Ramiro Salgado (www.esec-dr-ramiro-salgado.rcts.pt), foi transferido para a escola técnica "o equipamento escolar e de laboratório e toda a documentação constituída pelos arquivos de alunos e de professores". (leitura integral)

________________________
* João Carlos Paulo, «SALGADO, RAMIRO Xavier da Fonte Fernandes », in António Nóvoa (dir.), Dicionário de Educadores Portugueses,
Porto, Edições Asa, 2003,pp. 1242 - 1243, com adaptações.



publicado por Correio da Educação às 15:00
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1. Para que servem os exames escolares? O decreto nº 18:884, de 27 de Setembro de 1930, abria com uma resposta: “os seus objectivos consistem principalmente em fazer justa selecção dos alunos e fiscalizar e orientar o ensino.” Ultrapassada tal resposta, dividem-se as mentes pelas alternativas.
A imprensa tem noticiado a sua chegada por estes dias. E alunos, professores, pais, todos nós, sentimos um calafrio perante esse evento ou qualquer recordação sua, guardada no canto da memória. No meu caso, lembro-me particularmente do primeiro, o da 4ª classe, por ser feito na vila e me obrigar a sair de casa, e o último da licenciatura, por arrastar um novo ciclo de vida.
Tem-me impressionado, ultimamente, o regresso daquilo que “O Comércio”, já desaparecido, introduziu na década de sessenta: a publicação do enunciado e das soluções. Até o Expresso noticia, “Correcção dos exames nacionais […] em www.expresso.pt/examesnacionais”.
Naquele tempo, eram grandes mestres que elaboravam tais soluções, alertando, à laia de desculpa, para o facto de os alunos não usufruírem dos materiais e da serenidade em que as realizaram. Esse alerta era para examinadores, pois muitos não passavam sem para elas lançarem os olhos… (
leitura integral)

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*J. Esteves Rei - Professor Catedrático de Didáctica das Línguas e de Comunicação, na UTAD, Vila Real.

 



publicado por Correio da Educação às 14:56
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