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Correio da Educação

Correio da Educação

Segundo informação divulgada pelo blog Ad Duo, a alteração do índice remuneratório dos docentes contratados por decurso dos 365 dias de tempo de serviço, que deveria ocorrer automaticamente, foi suspensa. Deste modo, a partir do dia 1 de Janeiro a posição remuneratória dos docentes contratados nesta situação não pode ser alterada. (Ad Duo)

 

Segundo informação do IPVC, os alunos Ana Catarina Magalhães, José Renato Faria e Rosa Alves, do 3.º ano do curso de Engenharia Alimentar daquela instituição desenvolveram o biofiambre de legumes. A matéria-prima, proveniente de agricultura biológica, é sujeita a um branqueamento moderado com o objectivo de intensificar o seu sabor. O biofiambre de legumes é, então, processado: uma vez refogados os legumes e homogeneizada a mistura, o produto é submetido a uma pasteurização, como forma de conservação, seguindo-se uma maturação controlada, de forma a garantir a sua consistência e textura, muito semelhante à do fiambre. (Público)

 

 

Na página eBook Portugal são dadas vária dicas de sítios onde é possível encontrar livros electrónicos gratuitos, legais e em português, para poderem ser lidos no computador, num leitor de ebooks, num tablet ou num smartphone, ou que poderão ser usados como material para a sala de aula. Os sítios existentes são a Biblioteca Nacional Digital, a Biblioteca Digital Camões, a secção portuguesa do Projeto Gutenberg, o Europeana, o Google Books e a Wikisource. (Ebook Portugal)

 

 

O reitor da Universidade Aberta, Carlos Reis, e o presidente executivo da LeYa, Isaías Gomes Teixeira, formalizaram um acordo para um projeto de ensino à distância através da internet para os países de língua portuguesa.
O novo projeto pretende levar o ensino universitário e profissional, bem como a alfabetização e o ensino básico e secundário, a milhões de pessoas do mundo de língua portuguesa, em particular a Portugal, Brasil, Angola e Moçambique. (Ciência Hoje)

 

1) Como caracteriza o ensino em Portugal nos últimos anos?


Não há um ensino, mas vários. Talvez o que caracterize o ensino em Portugal nos últimos anos seja mesmo a diversidade, a multiplicidade de projetos, individuais e coletivos, que se vão organizando em escolas com características muito distintas.

2) Que propostas sugeria para melhorar o ensino em geral e o da sua área disciplinar em particular?
O ensino em geral pode melhorar com formação adequada às necessidades, específica e não generalista. Pode melhorar se se devolver aos professores a responsabilidade de agirem como intelectuais e não como burocratas da educação.


* Raquel Pereira Henriques é professora de História nos ensinos Básico e Secundário e de Didática e Metodologia da História no Ensino Superior. Doutorada em História e Cultura das Mentalidades Contemporâneas. Atual presidente da Associação de Professores de História.






 
 

 

* José Matias Alves

Quase toda a gente sabe que o modelo de organização escolar tem prestado relevantes serviços à sociedade e às pessoas. Mas, nas últimas décadas, com a escolarização de massas, tem tido dificuldade em cumprir as promessas consagradas nas leis, com destaque para a promessa da igualdade de oportunidades de acesso, de sucesso e de usufruto dos bens educacionais.
Enquanto não temos um modelo alternativo de escolarização temos de procurar renovar o que existe. Aqui enuncio 10 princípios que podem contribuir para que tal aconteça.

 

* José Matias Alves é professor do Ensino Secundário, mestre em Administração Escolar pela Universidade do Minho, doutor em Educação pela Universidade Católica Portuguesa e professor convidado desta instituição.

 

Segundo um estudo publicado pela American Psychological Association, os gestos que se fazem com as mãos enquanto se fala podem ativar imagens mentais que ajudam a resolver problemas complexos relacionados com a visualização espacial. A visualização espacial é a capacidade de mudar a perspetiva mental sobre um dado objeto, sendo por isso uma importante competência para alunos, e bastante relevante em áreas científicas como a matemática, a física, a engenharia e outros campos ligados ao uso de imagens ou diagramas. (APA)

 

* Por Inês Silva

 


Os acontecimentos da educação, que têm sido noticiados nos últimos tempos, relacionam-se, sobretudo, com a forma como o governo tem conduzido a sua ação governativa, assente em questões financeiras, que se traduziram nos cortes dos salários dos professores do ensino público e nos despedimentos dos do ensino particular e cooperativo. O desequilíbrio na profissão de docente é notícia. E é notícia séria, para levar a sério.
A sério deveria também ser levada a notícia sobre os salários dos gestores trazida a lume recentemente, que, aliás, não é de hoje. Lembro-me de, há um tempo atrás, ter ouvido qualquer coisa semelhante. Não me lembro dos valores revelados. Lembro-me simplesmente de ter ficado atónita perante a inércia de todos, tal como aconteceu agora.

 

* Inês Silva - Doutora em Linguística (Sociolinguística). Professora Adjunta Convidada na Escola Superior de Educação de Santarém. Tem realizado estudos sobre a escrita dos alunos. É autora de várias publicações de caráter didático e de caráter linguístico. Na ficção, publicou o romance: A Casa das Heras.

 

Um grupo de sindicatos do setor da educação, dirigidos pela Fenprof, convocou uma greve a todo o serviço extraordinário, com efeitos a partir de 1 de Março e até ao dia 30 de Junho. Segundo a nota divulgada, em causa está o artigo 83.º do Estatuto da Carreira Docente, mais concretamente o ponto seis, que diz que “o cálculo do valor da hora extraordinária tem por base a duração da componente letiva do docente, nos termos do artigo 77.º do mesmo estatuto”. (Público)

 

 

Uma equipa de geofísicos descobriu que o núcleo da Terra gira muito mais devagar do que se julgava, o que afeta o nosso campo magnético. Investigações passado indicavam que o núcleo da Terra girava mais depressa do que o resto do planeta. Agora, cientistas do Departamento de Ciências da Terra da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, descobriram que as estimativas anteriores são imprecisas. (Público)

 

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